Aprenda a fazer um penteado antes da Academia

Aprenda a fazer um penteado para a aula de spinning


Aprenda um penteado para quem caminha ou corre na esteira



Fonte:
TV uol

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Professora de ginástica de 133 kg ajuda alunos a perder peso

Loretta Johnnie é uma a professora de ginástica não convencional. Hoje ela pesa 133 kg, mas quando começou a dar aulas de ginástica para pessoas que, como ela, estavam acima do peso.

Johnnie espera que, com suas aulas, outras pessoas obesas, que normalmente não se sentem confortáveis em participar de aulas de ginástica com os instrutores tradicionais, ou sofrem algum tipo de preconceito, se inspirem em perder peso.

Ela pesava 171 kg


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Equipe de MMA inova e usa gás de pimenta para ‘incrementar’ treino

Boxe, muay thai, wrestling, jiu-jítsu, preparação física,e..........SPRAY DE PIMANTA????? Como Profissional de Educação Física isto me soa ser muito estranho!

1º ponto: Em qual luta no UFC o oponente lhe lançará um SPRAY DE PIMENTA?

2º ponto: Várias lutas, como por exemplo na luta israelense krav maga, ensinam o aluno a desvencilhar-se de armas de fogo ou brancas, como as facas.

Em um vídeo divulgado pela Jungle Gym Martial Arts, baseada em Nova York, um instrutor que não aparece nas imagens lança spray de pimenta no rosto dos alunos – na testa, mas os efeitos teoricamente já são fortíssimos desta forma. Os lutadores então fazem uma espécie de circuito enquanto tentam lidar com os efeitos.

Só falta esta "academia" usar armas de eletrochoque contra seus "alunos". Será que vai funcionar para melhorar a preparação física de sua "equipe de mma"?

Vejam o vídeo abaixo:


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Dez erros que devem ser evitados em seus treinamentos

Muitas pessoas treinam com frequência, alimentam-se bem e tomam suplementação adequada, mas ainda assim não atingem os resultados sonhados. A hipótese mais provável para que isso ocorra são os erros que passam despercebidos. Mesmo atletas experientes podem errar e é por isso que todos têm um treinador, além de acompanhamento médico e nutricional.

Conheça os 10 erros mais frequentes em um programa de treinamento, para poder evitá-los e otimizar seu treino para alcançar os melhores resultados:

1. Não estabelecer um objetivo:

Muitas pessoas treinam todos os dias, mas não se preocupam em estabelecer metas. Se o objetivo for aumentar a carga dos exercícios ou o número de repetições, procure diminuir o tempo para percorrer a mesma distância na corrida ou aumentar a distância percorrida. Estes objetivos, além de motivá-lo a vencer desafios, otimizarão seu treinamento. Um Personal Counter é indicado para orientar o ritmo do seu treinamento. Cronômetros e monitores cardíacos são excelentes para acompanhar seu treinamento aeróbico;

2. Dar mais importância à quantidade do que à qualidade:

Mais não significa melhor. O melhor é executar o exercício obedecendo à postura e ao ritmo corretos. Se não estiver seguro quanto à correta execução de um exercício, dedique-se a isso antes de aumentar a carga ou o número de repetições. Se você treina na academia, peça ajuda profissional. Se realiza sua série em casa, fique atento. Se possível, coloque os aparelhos e acessórios de ginástica de frente para um espelho. Mesmo malhando em casa, é necessário ter um plano completo e personalizado de exercícios. Uma dica legal é o site do sarado, além de séries exclusivas, você terá uma demonstração animada de exercícios, suporte de profissionais para tirar suas dúvidas e muito mais.

3. Achar que o exercício só funciona quando causa dor:

Se você está sentindo dor, isto é sinal de que seus músculos estão em estado de recuperação. Não treine com eles doloridos. Alguns suplementos auxiliam os músculos nesta recuperação, que ocorre durante o repouso. Repouso não significa descanso absoluto: aproveite para trabalhar outros grupos musculares.

4. Treinar com dor:

A dor é um sinal de que alguma coisa está errada. Fique atento e, se você tiver uma dor que demore a passar, procure um médico. Além das dores musculares, algumas pessoas sofrem de dores nas articulações. Suplementos de glucosamina já demonstraram conseguir manter as articulações resistentes e saudáveis através da lubrificação e restauração dos tecidos de conectividade. Mas, se as articulações doerem durante o treinamento, pare imediatamente e aplique gelo na região. Uma dica legal é ter sempre em mãos uma bolsa términa de frio instantâneo. Dessa forma, não é necessário esperar chegar em casa para botar gelo. Sabe-se que quanto mais cedo aplicar o frio após uma contusão, melhor. Se não melhorar, consulte um especialista.

5. Utilizar carga inadequada:

A carga utilizada no exercício é um fator essencial, mas não é a única coisa deve ser considerada. Muitas pessoas aumentam a carga de forma inadequada e acabam por reduzir a amplitude do movimento ou pedir a ajuda de alguém para finalizar as repetições. A carga ideal é aquela que permite que você faça exatamente o número de repetições propostas na sua série, ou seja, depois da última repetição, você não deve conseguir fazer mais nenhuma. Uma dica interessante é fazer uso de faixas para pegada. Muitas vezes a pessoa pára de fazer um exercício porque o músculo do antebraço cansou e não o músculo que a pessoa deseja de fato trabalhar. Com elas dá para fazer umas 3 ou 4 repetições a mais.

6. Focar em apenas alguns músculos:

Em geral, mulheres dão preferência aos membros inferiores e homens, aos membros superiores. Para um corpo harmonioso é importante trabalhar todos os grupamentos musculares. Ainda que determinados músculos não respondam ao treinamento como você gostaria, é importante manter o estímulo. Assim eles ficarão firmes, e isso certamente é uma conquista importante.

7. Pouca diversidade de exercícios:

Não existe um programa de exercícios capaz de gerar benefícios para sempre. É importante diversificar e alterar sua série periodicamente. A eficiência de um programa depende do grau de desafio que ele representa. Sempre que seu corpo se adapta a um programa de exercícios, seu rendimento diminui. Além disso, concentrar os esforços sempre nos mesmos músculos aumenta o risco de lesões.

8. Falta de continuidade:

Se variar é importante, respeitar a série prescrita também é. Se a cada semana seu programa de treinamento é alterado, não há progresso. Seus esforços vão se concentrar na correta execução dos movimentos e não no aumento da força. O ideal é tentar fazer modificações na série a cada quinzena ou a cada 4 semanas, no máximo. Assim, dá para aumentar o número de repetições, a carga ou alterar o ritmo de execução. A cada três meses, mude de série.

9. Execução errada:

Se o exercício estiver sendo executado de forma correta, você vai sentir o esforço no músculo que está sendo trabalhado, mas não vai sentir nenhuma dor nem desconforto na articulação correspondente. Seu movimento deve ser consistente e preciso a cada repetição. Caso isso não aconteça, diminua a carga. Cada repetição será uma forma de aperfeiçoar a execução até que você consiga aumentar o peso.

10. Muito exercício aeróbico:

Sessões longas aumentam as chances do organismo converter seus músculos em energia. Isso diminui sua massa magra e, consequentemente, seu metabolismo desacelera. Então, use os aparelhos aeróbicos, mas não abuse: o excesso acaba por ter efeito contrário ao esperado.

Fonte:
Portal Corpo Perfeito
Postado por:
Prof. Hélcio Gangana
CREF: 009188 G/MG

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Malhação com energético requer certos cuidados

Bebida estimulante pode ajudar no treino, mas requer certos cuidados para não fazer mal à saúde

As bebidas energéticas estão começando a mudar seu alvo. Depois de conquistar os mercados nacional e internacional com apelo aos baladeiros de plantão, elas partem em busca de atletas e esportistas amadores.


Essa nova sugestão de consumo, associada à prática de exercícios, requer cautela e atenção antes de ser adotada. Afinal, o uso de energéticos em festas e casas noturnas tem gerado problemas mundo afora. Os Estados Unidos registraram casos de jovens que adoeceram ou morreram após misturar energéticos com bebidas alcoólicas, como vodca e uísque.

Uma marca local da bebida, já comercializada com álcool, teve sua venda proibida depois de uma breve batalha judicial. As autoridades norte-americanas deram seu parecer com base em estudos sobre a associação da cafeína, estimulante usado nos energéticos, com álcool. O efeito letárgico do álcool seria minimizado pela cafeína, de acordo com as pesquisas, e isso impediria os usuários de perceberem o quão bêbados estariam.

Nas atividades esportivas, o consumo do álcool é retirado da equação. Mas o corpo entra em condições bem específicas, repletas de alterações metabólicas, quando forçado por exercícios de fôlego ou força. E tais condições podem criar um novo cenário, ainda pouco estudado, para interagir com os energéticos.

A maioria das bebidas energéticas concentra uma quantidade de cafeína equivalente a duas xícaras de café, além de um aminoácido chamado taurina, que teria a capacidade de potencializar o efeito estimulante. Alguns energéticos ainda contém uma dose razoável de carboidratos e vitaminas do complexo B.

“A cafeína aumenta a temperatura do corpo e acelera a queima de gordura durante os exercícios”, afirma Mohamad Barakat, endocrinologista e fisiologista do exercício. Praticante de tênis, o médico admite usar uma nova marca de energético quase diariamente para suportar a rotina de treinos e consultas. O produto é vendido em doses de 60 ml, sem açúcar e sem necessidade de refrigeração, pode ser ingerido à temperatura ambiente.

“Não há problema em usar diariamente”, garante o médico. “Até duas doses podem ser tomadas todo dia, desde que se respeite um intervalo de seis horas entre elas”, afirma o especialista.

Restrições

O energético proporciona um efeito interessante no organismo e pode realmente auxiliar o desempenho físico. Contudo, o produto é um estimulante e muito provavelmente irá prejudicar a qualidade do sono, se ingerido após as 18h. “Pessoas com insônia devem evitar”, recomenda o fisiologista do exercício.

A cafeína também pode causar irritação no aparelho digestivo, especialmente em pessoas que já tenham alguma predisposição ou doença. “Quem sofre de refluxo e gastrite deve evitar”, recomenda o cardiologista e especialista em medicina do esporte José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.

O consumo de energéticos por hipertensos também é algo delicado. Os médicos não chegam a proibir, mas alertam que a cafeína pode aumentar a pressão arterial. Por isso o consumo da bebida não deve ser realizado antes de uma boa conversa com o médico de confiança. O mesmo vale para cardiopatas.

Hidratação, carboidrato e proteína

Os médicos também concordam que o energético está longe de ser o suplemento ideal para qualquer atividade física. “Ele é um estimulante, dá mais garra”, afirma Kawazoe. Mas o esportista, seja profissional ou amador, não deve esquecer de duas coisas: hidratação e uma boa fonte de energia.

No caso de atividades aeróbicas, como corrida e ciclismo, a fonte de energia mais consumida pelo organismo é o carboidrato, encontrado em alimentos como macarrão e batata. Vale lembrar que bem todos os energéticos contêm tal substância. Já a musculação requer proteínas, mais presentes nas carnes.

É recomendada uma avaliação nutricional aos esportistas, feita por médicos especialistas em fisiologia do exercício, para adequar a dieta às necessidades de cada pessoa, considerando o ritmo de treino e demais atividades cotidianas. “Dependendo do caso, é preciso usar algum suplemento”, diz Kawazoe. Tanto o carboidrato quanto a proteína podem ser encontrados na forma de suplementos, disponibilizados por diversas marcas nacionais e estrangeiras.

Praticidade versus preço

Kawazoe considera fundamental o equilíbrio nutricional e tempo adequado de descanso para um treino saudável. “O energético não é necessário para um bom rendimento. Não vou censurar quem usa, mas não acho fundamental”, afirma.

Além disso, o custo é meio salgado. Cada latinha com 250 ml é vendida por R$ 4, em média. Algumas marcas são bem mais caras. “Uma pessoa que faz academia quatro vezes por semana e toma energético em todo treino vai gastar o mesmo que um bom suplemento de proteína. Acho que isso ajuda mais na recuperação do músculo. Acho mais proveitoso, mais coerente”, avalia o médico.

Em contrapartida, a rotina desgastante das grandes cidades torna difícil cumprir os ciclos adequados de descanso todos os dias. Agenda lotada, imprevistos, trânsito... são muitos os fatores que podem sugar a energia e prejudicar o treino.

“Acho o energético uma alternativa prática contra isso. Jogo tênis, cuido das minhas filhas e tenho uma agenda que às vezes vai até 23h. Se preciso, tomo duas doses por dia”, afirma.

Cada dose custa, em média, R$ 6. Quem acha pesado para o bolso pode resgatar uma fórmula antiga de energético, bem mais barata e que também usa cafeína como princípio ativo: o pó de guaraná. “Ele está meio fora de moda, mas é um bom estimulante também”, afirma Kawazoe.

Postado por:
Hélcio Gangana Personal Trainer

Facebook:

www.facebook.com/HelcioGangana.TreinadorPersonalizado

Fonte:
Portal Saúde IG

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O Inteligente x O motivado (Vídeo Motivacional)

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ON ou OFF: De que lado você está? (Vídeo Motivacional)

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Confira 27 alimentos que auxiliam na perda de peso

Confira 27 alimentos que auxiliam na perda de peso

1. Feijão preto - Esse é o primeiro alimento da lista dos mais poderosos aliados do emagrecimento, segundo o site Health. Uma xícara desse grão possui cerca de 15 g de proteína. No entanto, não apresenta gordura saturada como outras fontes de proteína como carne vermelha, por exemplo.

2. Aveia - Esse cereal é rico em fibras, portanto, ajuda a manter a sensação de saciedade ao longo do dia. Apenas meia xícara de aveia possui 4,6 g de amido resistente carboidrato saudável que estimula o metabolismo e queima gordura.

3. Abacate - O ácido oleico, composto rico em gorduras monoinsaturadas presentes no abacate, é capaz de enganar a fome. Comer até metade dessa fruta ajuda a derreter a gordura da barriga. O abacate ainda é uma fonte de fibras e proteínas.

4. Salmão - A proteínas magras ajudam a pessoa a ficar mais saciada. No entanto, 50% das mulheres entre 18 e 50 não ingerem esse nutriente essencial. Ao escolher o salmão, você deixa de consumir gorduras saturadas, presentes na carne vermelha. Além disso, o peixe é rico em ômega 3.

5. Mirtilo - Mais famoso por seus efeitos antienvelhecimento, uma xícara de mirtilo (blueberry) possui apenas 80 calorias. A fruta também ajuda a manter o organismo saciado por mais tempo com a ingestão de 4 g de fibras.

6. Brócolis - Cozido ou cru, esse vegetal é conhecido por prevenir câncer. Uma porção de brócolis tem apenas 30 calorias e ainda ajuda.

7. Arroz integral - A versão integral do grão é muito mais saudável do que o arroz branco. Uma porção de meia xícara contém 1,7 g de amido resistente, carboidrato saudável que estimula o metabolismo a queimar gorduras. Além disso, possui baixa densidade e fornece bastante energia, ou seja, ele sacia mesmo tendo poucas calorias.

8. Pera - Uma porção dessa fruta pode fornecer até 15% da quantidade diária recomendada de fibras. Um estudo descobriu que mulheres que comeram três peras por dia, consumiam menos calorias e perdiam mais peso. Não descasque a fruta, pois é a casca que contém grande quantidade de fibras.

9. Vinho - O resveratrol, antioxidante encontrado na casca da uva, impede o armazenamento de gordura. Estudos mostram que as pessoas os que bebem vinho de forma moderada possuem cinturas mais estreitas do que os que ingerem outro tipo de bebida alcoólica

10. Toranja - Mesmo se você não mudou nada em sua dieta, comer meia toranja antes de cada refeição pode lhe ajudar a perder até um quilo por semana! A fruta possui uma substância que pode diminuir a insulina, um hormônio que ajuda a armazenar gordura. Ela é também uma boa fonte de proteína, porque possui cerca de 90% de água em sua composição.

11. Feijão vermelho - Entre as mais diversas variedades de feijão, o do tipo vermelho oferece grande quantidade de proteínas e fibras (mais de 5 g por porção). Esses grãos são ricos em amido resistente, uma porção de meia xícara possui cerca de 2 g.

12. Amêndoas - Estudo realizado com pessoas que comeram uma porção de amêndoas por dia mostrou que elas eliminaram mais quilos do que aquelas que ingeriram carboidratos pesados, como bolachas de água de sal.

13. Chá-verde - Essa bebida é capaz de dar sensação de saciedade e ajuda a emagrecer. Além disso, os antioxidantes do chá-verde auxiliam na queima de gordura. Um estudo descobriu que ingerir cinco xícaras desse líquido por dia pode multiplicar por dois a perda de peso.

14. Lentilha - Ela é uma grande fonte de proteínas e fibras. Por isso, ajuda a fornecer saciedade. Meia xícara de lentilha confere 3,4 g de amido resistente, carboidrato saudável, que estimula o metabolismo de gordura.

15. Banana - Essa fruta é um superalimento que ajuda no emagrecimento e é benéfica ao coração. Uma banana média um pouco mais verde é capaz de acelerar seu metabolismo devido aos 12,5 g de amido resistente, a madura contém cerca de 5 g.

16. Ovo - Um estudo descobriu que mulheres obesas que ingeriram um ovo pequeno por dia no almoço perderam duas vezes mais peso do que as comiam bagels (pão em forma de anel popular nos Estados Unidos). E não se preocupe com o colesterol, porque a pesquisa constatou que quem saboreia ovos não tem mais colesterol ruim.

17. Chocolate amargo - Chocólatras, alegrem-se. Um pedacinho do chocolate meio amargo pode retardar a digestão, para que você se sinta mais completo e coma menos na próxima refeição. O doce é rico em gorduras monoinsaturadas, saudáveis para queimar gorduras.

18. Laranja - Essa fruta possui apenas 59 calorias e uma boa dose de fibras. A laranja está em primeiro lugar na lista dos 38 alimentos que mais trazem saciedade, de acordo com um estudo de pesquisadores australianos.

19. Batata - É verdade, esse vegetal é rico em carboidratos, mas sacia três vezes mais do que uma fatia de pão branco. Além disso, também é rica em amido resistente, que ajuda o corpo a queimar gordura.

20. Pinhão - Os pinhões ajudam a deixar o coração mais saudável e ainda reprimem os hormônios da fome e queimam gordura da barriga devido aos ácidos graxos. Um estudo apontou que trocar gorduras saturadas pelas saudáveis ajudou pessoas obesas a perderem peso sem reduzirem a ingestão de calorias ou aumentarem a prática de exercícios.

21. Feijão branco - Meia-xícara desse tipo de feijõe possui cerca de 4 g de amido resistente, carboidrato saudável que estimula o metabolismo.

22. Queijo de cabra - Esse queijo contém ácido graxo que ajuda você a se sentir saciado. Comer uma fatia dele também vai auxiliar você a queimar mais gordura.

23. Leite desnatado - O ácido graxo encontrado no leite, além das proteínas, ajuda a dar maior saciedade. A adição de cálcio também pode colaborar. De acordo com um estudo, ingerir de 1 g a 1,4 g de cálcio por dia faz com que o corpo feminino queime mais gorduras e calorias.

24. Grão-de-bico - Meia xícara de grão-de-bico possui 2 g de amido resistente. Ele também é uma ótima fonte de fibras, proteínas e gorduras saudáveis.

25. Cavedinha francesa - É um complemento de emagrecimento para uma refeição de baixas calorias. Meia xícara possui 2 g de amido resistente.

26. Quinoa - Esse grão é rico em proteína e ainda combate a fome. Ao adicionar quinoa em sua alimentação você vai ficar saciado com menos calorias e evitar excessos nas demais refeições.

27. Plátanos - Meia xícara de plátano (semelhante à banana) cozido reúne cerca de 3 g de amido resistente, carboidrato saudável que estimula o metabolismo e queima gordura.

Fonte:
Portal Saúde Terra


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Garoto faz número de dança inacreditável (TV Uol)

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Evite a perda de massa muscular (Catabolismo)

Evite a perda de massa muscular

Na atualidade, especialistas são unânimes em afirmar a importância da preservação da massa muscular na manutenção da saúde e no processo de emagrecimento. Do ponto de vista nutricional todas as refeições são importantes, porém na opinião de especialistas, a mais importante refeição é aquela consumida após o treino, pois é nesse período que o organismo passa a absorver os diferentes nutrientes com maior eficiência e evita-se a perda muscular.

Após 60 a 120 minutos do treino os músculos que estavam ativos se preparam para restabelecer a energia gasta e maximizar a entrada de nutrientes. Isso implica que as refeições pós-treino devam ser cuidadosamente balanceadas e elaboradas, pois nesse momento o organismo necessita de nutrientes tais como carboidratos e proteínas para repor a energia e os tecidos desgastados com o exercício.

Caso esta reposição não ocorra rapidamente, o organismo irá utilizar suas próprias reservas e tecidos na tentativa de repor o gasto, o que acarreta a situação metabólica conhecida como “catabolismo muscular” ou “perda muscular”. No catabolismo, ao invés da esperada evolução decorrente do treinamento, teremos uma diminuição das reservas energéticas corporais, além de uma diminuição da massa magra corporal, o que resutará em diminuição do desempenho. O catabolismo muscular ocorre em toda situação de estresse orgânico ou emocional devido ao aumento da produção de cortisol, hormônio da glândula supra-renal. As pessoas tensas e angustiadas produzem maiores quantidades de cortisol durante todo o dia. No decorrer dos exercícios também ocorre grande aumento na produção de cortisol (por esta razão estudos recentes sugerem que, sessões de exercícios não devem ter duração longa, sendo sugerido sessões com duração de 45 a 55 minutos). Para reduzir o catabolismo devemos procurar manter as emoções sob controle e realizar treinos curtos. Dessa forma a desidratação e a produção de cortisol não serão excessivas.

Recentemente foi verificado que para maximizar a recuperação e o armazenamento de energia após o treino, o primeiro passo seria consumir um carboidrato com alto índice glicêmico (indicado somente para pessoas sem nenhuma patologia associada ao açúcar) como a dextrose, sacarose ou um polímero de glicose como a maltodextrina (tipos de açúcares), pois esta atitude pode ser considerada a única maneira comprovada de diminuir o desgaste após o exercício. Foi observado que quando consumida uma bebida, com carboidrato associado à proteína, seu efeito potencializa a preservação da massa muscular. A proporção ideal para esta mistura é de três partes de carboidrato para uma parte de proteína.

Para tirar proveito desta estratégia, esta bebida deve ser consumida rapidamente, quando possível após o termino do exercício. Consumir estes nutrientes na forma líquida agiliza sua absorção devido a fácil digestão, além de prover de mais líquido para a reidratação. Procure consumir esta bebida gelada, pois estudos demonstraram que a bebida em baixa temperatura (3 a 4ºc) tem sua absorção no estômago e intestinos mais rápida.

Procedimentos como estes poderão proporcionar um suporte eficiente para a inibição da perda muscular. Vale a pena ressaltar que a correlação de massa muscular e metabolismo são diretamente proporcionais, ou seja, quanto maior for o cuidado com a manutenção da massa magra, teoricamente, mais acelerado será o metabolismo (emagrecimento facilitado).

Observe cuidadosamente as refeições pós-treino, pois estas ocupam uma grande parcela do sucesso de seu programa de treinamento!

Fonte:
Metabolismo

Postado por:
Hélcio Gangana Personal Trainer

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Especialista sugere formas de conciliar tempo com atividades físicas

Realizar atividades prazerosas é o primeiro passo para manter a atividade física.

Ter tempo para estar com a família, trabalhar e ainda cuidar do corpo não é uma tarefa fácil. Mas, em se tratando de exercícios físicos, o bem-estar e a energia que ele proporciona valem as pequenas atitudes que possam auxiliar na prática diária de organização das suas atividades.

Frequentemente são divulgadas pesquisas sobre esportes e longevidade e todas sempre apontam para melhorias no sistema cardiorrespiratório, combate à depressão e até redução de alguns tipos de câncer. Ao fazer uma atividade física, você libera endorfina, um neurotransmissor que relaxa e dá prazer, despertando a sensação de bem-estar. Alguns estudos creditam à endorfina propriedades de analgésico, aliviando dores e inclusive ajudando a combater a depressão.

Isso é, ter um tempo na agenda para realizar atividades físicas é mais do importante. Por isso, selecionei algumas dicas para conseguir inserir o esporte em sua vida.

Trate esporte como um hobby, não como uma obrigação – O maior empecilho à prática esportiva é aquela sensação que dá quando pensamos em ir para a academia: “Que saco ter que sair para malhar!”. Neste caso o esporte virou obrigação, e assim mais cedo ou mais tarde você vai desistir. O que sempre faço quando preciso incentivar alguém que está comigo a iniciar uma prática esportiva é tentar “experiências de esporte”. Literalmente testar. Pense em uns três ou quatro esportes com os quais você se identifique e agende algumas aulas experimentais. Veja aquele que realmente lhe proporciona diversão e terá encontrado seu esporte. Quando cansar, repita o processo.

Utilize horários mais “seguros” – Se você estabelecer horários muito próximos dos horários de trabalho, a chance de acontecer um imprevisto e você faltar ao esporte escolhido é grande. No começo, para evitar as desculpas de tempo, crie horários alternativos como bem à noite ou logo cedo, sábado, domingo etc. Se você viaja bastante, pode aproveitar a academia do hotel ou até levar uma corda de pular na mala e fazer uns 20 minutos do seu exercício. Quando a gente realmente gosta de algo, tempo não é desculpa.

Comece aos poucos e com uma meta em vista – Não adianta achar que logo de início você será um campeão de qualquer coisa. Se pegar muito forte no começo, você pode se desestimular. Comece devagar e vá aumentando o ritmo à medida que obtiver resultados. Outra coisa que funciona é estabelecer um objetivo para os primeiros seis meses de sua atividade física, como perder tantos quilos ou correr determinada distância.

Pare para pensar nesse assunto, não espere o momento certo para começar a se mexer, o momento certo é um mito. Se não tem tempo, comece a andar no fim de semana com a família ou amigos. O primeiro passo é encontrar uma comunidade e que ela te ajude você a fazer o que deve ser feito, é basicamente o processo dos sedentários da antiguidade, só que dessa vez por uma boa causa.


Christian Barbosa é especialista em administração de tempo e produtividade e fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. É Autor dos livros “A Tríade do Tempo”;” Você, Dona do Seu Tempo”; e “Equilíbrio e resultado – Por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?”.

Fonte:
Portal Epoch Times

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Canelite é uma das principais inflamações em atletas

Sentir dor na canela na prática de atividades físicas significa estar com canelite?

Nem sempre. Nem toda dor na canela é sinônimo da doença. A canelite e a sobrecarga no tibial anterior são problemas distintos e muitos atletas ainda confundem os sintomas. Este problema articular se dá a partir de uma inflamação no periósteo (membrana que envolve os ossos) e é considerada uma das principais incômodos em atletas.


A inflamação ocorre por algum problema na mecânica da corrida, como por exemplo, a pronação excessiva do tornozelo, aplainamento exagerado, abrupto do arco do pé quando toca o chão e contração inadequada do músculo da panturrilha. Alguns atletas sentem dor na lateral da canela, precisamente na região do músculo tibial anterior, o que não caracteriza uma canelite.

A melhor forma de diferenciar o problema é avaliar as contrações dos músculos durante o exercício físico. Durante a corrida, se a dor ocorrer no momento em que o pé ainda está no ar, um pouco antes dele tocar o solo, esse problema não é canelite, mas sim, uma sobrecarga no músculo tibial anterior. Já na canelite, a dor é completamente interna e se manifesta, principalmente, quando o pé toca o chão.

Para resolver o problema, um trabalho de fortalecimento pode ajudar em curto prazo, porém é preciso entender com exatidão o motivo dessa sobrecarga sob esse músculo, que em geral, acontece por conta de uma pisada errada. Uma dica é aterrissar o pé no chão próximo ao tronco, e não muito a frente do corpo, já que assim, o pé fica em posição mais neutra e não exige tanta força do músculo tibial.

Fonte:
Portal de Educação Física

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