8 cuidados que os diabéticos devem durante a pratica esportiva

Atividade física é capaz de reduzir a dose necessária de insulina e medicamentos.

Aplicação de insulina, dieta rígida, avaliações constantes da glicemia: conviver com o diabetes não é tarefa das mais fáceis. Mas são justamente esses cuidados que tornam a vida dos 10 milhões de brasileiros que, segundo o Ministério da Saúde, possuem a doença com muito mais qualidade. "Com os devidos cuidados, a pessoa com diabetes pode fazer tudo o que uma pessoa saudável é capaz de fazer, inclusive exercícios físicos", explica o endocrinologista Sérgio Vêncio, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

A atividade física faz parte do tratamento não farmacológico, aquele que vai além dos remédios. "O exercício auxilia no ajuste do controle glicêmico e reduz a dose necessária de insulina e medicamentos orais, além de diminuir o percentual de gordura e aumentar a massa magra", conta a educadora física Luciana Mendonça Arantes, do Centro Avançado de Recuperação e Estética Rio Claro (CARE). Aproveite o dia Mundial do Diabetes (14 de novembro) para calçar o tênis e correr para a academia, mas com todos os cuidados necessários. Nós te contamos quais são.

1) Auxílio profissional

Consultar um médico antes de iniciar uma atividade física é um cuidado obrigatório para qualquer pessoa. Para o paciente de diabetes, vale o mesmo. O endocrinologista Sérgio Vêncio conta que o aval médico é ainda mais importante para quem tem risco para doença cardiovascular ou mais de 40 anos. A atividade física deve ser preferencialmente supervisionada por educador físico, o profissional apto a definir intensidade, duração e o tipo de exercício físico, tornando-o mais eficiente e seguro. Mas o especialista recomenda: "Nos casos em que não for viável o acompanhamento desse profissional, a atividade física não deve ser evitada, mas realizada de acordo com a recomendação médica".

2) Tempo e frequência

Nada de passar horas na academia, segundo a educadora física Luciana Mendonça, 60 minutos de exercícios físico diários, com frequência de no mínimo três vezes por semana, são comprovadamente suficientes para melhorar os níveis de glicose no sangue do paciente. Mas se você gosta de malhar, não existem limitações. O portador de diabetes - devidamente controlado - pode praticar exercícios durante o mesmo tempo, frequência e intensidade que qualquer outra pessoa.

3) Para controlar a glicemia

A endocrinologista Vivian Estefan, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, conta que a redução dos índices de glicemia é um dos efeitos mais significativos da atividade física no diabetes. A glicose é fonte predominante de energia nos 30 primeiros minutos de exercício. Assim, a atividade física tem função parecida com a insulina quanto à utilização de glicose pela célula.

A realização de exercícios físicos estimula a secreção de alguns hormônios, como o cortisol e o GH (hormônio do crescimento). Em consequência, o fígado produz glicose, o que pode aumentar a glicemia. Por outro lado, o exercício aumenta a sensibilidade dos tecidos corporais à insulina ? fazendo com que o corpo metabolize a glicose com mais facilidade. O corpo age como uma balança frente ao exercício: alguns processos físicos aumentam a glicemia, enquanto outros diminuem.

Se antes do exercício a glicemia estiver elevada (maior que 250mg/dl), o exercício está contraindicado, já que pode causar um pico glicêmico. Caso ela esteja inferior a 150mg/dl, a atividade pode ser realizada naturalmente, ajudando até a diminuir esses valores. Caso a glicemia esteja abaixo dos valores considerados normais (de 70 a 140mg/dl, aproximadamente), a atividade pode gerar hipoglicemia e, por isso, deve ser evitada.

4) Ajuste da insulina

A endocrinologista Vivian Estefan conta que a insulina e as medicações que diminuem a glicemia têm sua ação intensificada pelo aumento do metabolismo que ocorre durante o exercício físico. "Por isso, recomendamos que, sob orientação médica, a dose da medicação tomada seja menor no dia da realização da atividade física". Este mecanismo é um dos responsáveis por hipoglicemias induzidas pelo exercício. O paciente deve fazer a monitorização frequente da glicemia até entender como o seu corpo se comporta antes, durante e a após a atividade física, fazendo a suplementação quando necessário.

5) Alimentação

O endocrinologista Sérgio indica a ingestão de uma pequena quantidade de carboidrato - como uma fatia de pão integral ou uma barrinha de cereais - antes da atividade física. Esse nutriente é precursor da glicose e é liberado lentamente no organismo, o que evita a queda brusca da glicemia. Após a prática de exercícios, também é importante consumir carboidratos para repor as energias gastas.

6) Saia da esteira

Exercícios aeróbicos, como a caminhada, são muito importantes para quem tem diabetes, mas estudos recentes mostram que a musculação também pode ser muito vantajosa para quem convive com a doença. "Isso porque as contrações musculares repetidas estimulam componentes da membrana celular", afirma o fisiologista Raul Santo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Isso faz com que as proteínas celulares carreguem mais facilmente a glicose para dentro da célula. Além de controlar o nível de açúcar no sangue, o exercício pode, a longo prazo, diminuir a dependência da suplementação de insulina

7) Cuidado com os pés

O endocrinologista Sérgio conta que o paciente de diabetes pode apresentar uma complicação chamada neuropatia, que causa a diminuição da sensibilidade, principalmente em extremidades, como os pés. Essa complicação pode gerar um dos transtornos mais conhecidos do diabetes: o pé diabético. O paciente pode se machucar e não perceber, o que - associado à circulação sanguínea deficitária - pode levar, em casos graves, até à amputação. Mas evitar o problema é simples: use meias e calçados adequados e confortáveis, principalmente durante a atividade física, e olhe bem seus pés diariamente - assim qualquer lesão pode ser identificada e tratada logo no começo.

8) Diabetes tipo 1

"Os cuidados para o portador de diabetes tipo 1 - doença de caráter genético e não adquirido - são os mesmos indicados para quem tem diabetes tipo 2, com uma única diferença: esse indivíduo necessariamente utiliza insulina, o que pode aumentar ainda mais as chances de hipoglicemia", explica Sérgio Vêncio. "Vale redobrar a atenção nesses casos e fazer as medições antes de qualquer prática".

Matéria publicada em portal Minha Vida

0 comentários:

PULAR CORDA emagrece?


PULAR CORDA emagrece?

SIM!


Esta é uma das atividades aeróbicas mais completas e eficientes para afinar a silhueta, tonificar os músculos e combater o estresse.

Este exercício ao ser incorporado ao treino desenvolve agilidade, ritmo, equilíbrio, impulsão, coordenação motora e força muscular"

Uma pessoa com 70 kgs gasta em média, em meia hora de atividade:

Velocidade Lenta: 280 kcal
Velocidade Média: 346 kcal
Velocidade Rápida: 420 kcal

Por:
Hélcio Gangana Personal Trainer

0 comentários:

O Overtraining

Overtraining é uma condição resultante de se fazer mais exercícios do que seu corpo é capaz de se recuperar. São fatores agravantes uma dieta incorreta e a falta de descanso.

Esse excesso de exercícios pode se dar por falta de conhecimento, mas pode também ser consequência da aplicação incorreta do princípio do overload e da falta de Periodização nos treinos.

No gráfico abaixo é possível ver a INVOLUÇÃO que se dá através de um programa com INTENSIDADE EXCESSIVA, seja em dias ou sessões de treino ou por excesso de carga durante os treino:

Por isso, sugere-se a suplementação nutricional com glutamina, carboidratos e antioxidantes que podem a princípio, influenciar de maneira positiva a função imune no overtraining.

VEJA O QUADRO ABAIXO:



O Overtraining poderá causar os seguintes sintomas:
=> Risco de fraturas e lesões musculares
=> Contusões e resfriados freqüentes
=> Falta de vontade de malhar
=> Tremor nas mãos
=> Cansaço anormal
=> Perda de apetite
=> Dores de cabeça
=> Perda de força
=> Sede anormal
=> Irritabilidade
=> Depressão
=> Ansiedade
=> Insônia

Para evitar este tipo de problema é preciso ter um ótimo ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL antes, durante e depois dos TREINOS.

Por:
Hélcio Gangana Personal Trainer

0 comentários:

Como combater as Varizes?



O que é muito importante entendermos é que as varizes são uma doença, e não só um problema estético. Apesar de a grande maioria das pessoas que apresentam o problema ser do sexo feminino, ela não está restrita às mulheres.

O surgimento das VARIZES se dá por vários fatores: sedentarismo, ficar muito tempo sentado ou em pé e excesso de peso, entre outros.

No Brasil, 35% das pessoas com mais de 15 anos sofrem da doença. Uma em cada cinco mulheres e um em cada 15 homens têm o problema.

Trata-se de uma doença hereditária, mas a incidência é maior entre as mulheres. Os indivíduos com maior risco de desenvolver a doença são os que ficam no mesmo lugar por muito tempo. Em outras palavras, sedentários.

Os principais sintomas relatados são queimação, cansaço, sensação de peso nas pernas e inchaços no fim do dia. Normalmente, há um agravamento nessas sensações quando se permanece muito tempo sentado ou em pé. Também pode haver uma piora no calor. Mulheres no período menstrual e grávidas também estão mais sujeitas aos sintomas.

Existem vários tipos de tratamento. Os mais comuns são as cirurgias tradicionais ou a laser, mas nada é melhor do que a prevenção.

Como evitar as varizes, então? Fazendo atividade física!

Nossa panturrilha funciona como um coração, isso mesmo, um CORAÇÃO, que bombeia o sangue dos membros inferiores para os superiores. Fazendo uma atividade física, você está bombeando sangue para o corpo e, dessa forma, melhorando a circulação de sangue nas veias e artérias, o que impede que o sangue pare em veias inutilizadas.

Pensando nisso, preparei uma série de exercícios que ajudam a melhorar a circulação das pernas, além de serem de fácil execução (podem ser feitos no trabalho, escola ou mesmo em casa).

Fonte:
Globo.com

0 comentários:

Dicas para evitar e combatêr as Celulite

Aproximadamente 90% de todas as mulheres têm celulite, principalmente nas coxas e no bumbum. 

Veja os fatores que influenciam a quantidade de celulite nas pessoa:
  • Predisposição genética, 
  • Falta de exercícios apropriados e 
  • Dieta rica em gorduras
Muitas vezes esses fatores se combinam e acabam tornando comum a aparição das celulites.

Não existem fórmulas mágicas para se combater a celulite.

A combinação de uma dieta com pouca gordura e a prática de exercícios físicos são importantes hábitos a serem adotados para auxiliar na redução da celulite.

A prática de exercícios aeróbicos é uma importante arma para combater a celulite. Porém, para resultados mais visíveis, é importante fazer musculação também para tonificar a musculatura que, mais firme, faz o tecido ficar com a superfície mais uniforme.

Para combater e ajudar a reduzir a celulite e a gordura localizada, procure adotar melhores hábitos alimentares:
  • Evite as frituras e os alimentos gordurosos
  • Evite comer alimentos que contenham açúcar refinado. Se você esta a fim de comer um doce, dê preferência às barrinhas de cereais;
  • Coma muitas fibras, pois elas ajudam a diminuir a absorção da gordura;
  • Evite colocar muito sal na comida. O sal faz o organismo reter líquidos, acarretando em um visual "inchado";
  • Beba muita água ao longo do dia;
  • Evite refrigerantes e bebidas alcoólicas que só fornecem calorias e nenhum nutriente.

Existem produtos de ação comprovada no combate à celulite que trazem os seguintes benefícios:
  • Favorecem a dissolução da gordura;
  • Aumentam a micro-circulação (aumentam com isso a drenagem da gordura);
  • Agem na eliminação de líquidos retidos;
  • Reestruturam os tecidos, aumentando a tonicidade e elasticidade da pele
  • Nas primeiras semanas já é possível observar resultados positivos, com uma pele mais lisa, firme e sem ondulações.
Fonte:
Corpo Perfeito

0 comentários:

Qual a importância do BCAA?

O BCAA  é composto por mais de 20 aminoácidos dos quais são necessários para a construção de músculos e para a manutenção de importantes funções vitais. O corpo humano pode produzir quase todos os aminoácidos, com exceção de 8 a 10 que devem ser obtidos por meio da alimentação ou de suplementação, os chamados "aminoácidos essenciais".

Dentre os aminoácidos essenciais, temos 3 deles que são os chamados BCAA's (Aminoácidos de cadeia Ramificada:

  • L-Valina
  • L-Leucina
  • L-Isoleucina

BCAA é a abreviação de "Branch Chain Amino Acids" que significa "aminoácidos de cadeia ramificada". Eles estão entre os suplementos mais importantes para qualquer programa nutricional esportivo. Os BCAA's constituem até 35% da massa muscular corporal e são indispensáveis para a manutenção e o crescimento dos músculos. Além de construir células e reparar tecidos, eles formam anticorpos, fazem parte do sistema hormonal e enzimático, formam RNA e DNA e ainda transportam oxigênio pelo corpo.

Aprenda como agem os BCAA's:

Durante o treino intenso com pesos, o corpo normalmente fica em um estado altamente catabólico. Nesse momento, se não houver os nutrientes necessários para abastecerem seu organismo durante o treino, ele passa a "roubar" os aminoácidos que estão presentes nos músculos para suprir a demanda do corpo por energia. O resultado disso é a perda de massa muscular.

O sinal para o corpo interromper a síntese de proteínas nos músculos e começar a entrar no estado catabólico é justamente a liberação desses BCAA's "roubados" dos músculos.

Fornecer os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA), especialmente durante esses períodos de estresse, faz com que esse sinal não seja dado, e consequentemente os músculos continuem a sintetizar proteínas e não entrem em catabolismo.

Falando de maneira mais técnica, os BCAA's agem como transportadores de nitrogênio, que auxiliam os músculos a sintetizarem outros aminoácidos necessários para promover o crescimento muscular.

Em outras palavras, os BCAA combinam aminoácidos mais simples para formar todo um tecido muscular mais complexo.

Ao fazer isso, os BCAA's estimulam a produção de insulina, cuja principal função é permitir que o açúcar do sangue seja absorvido pelas células musculares e usado como fonte de energia.

Essa produção de insulina faz com que os aminoácidos penetrem mais facilmente nas células musculares, para que possam servir de matéria-prima na construção dos músculos.

Importantes co-fatores na suplementação de BCAA:

Muitos fisiculturistas e atletas não dão muita importância à combinação e inclusão de co-fatores quando lidam com suplementos, mas isso é um erro que você não pode ser cometido.

Veja, a seguir, uma lista dos co-fatores que têm um papel importante no aumento da eficácia da suplementação de BCAA:

Cromo: A forma mais apropriada é o picolinato de cromo, que aumenta a eficácia da insulina. A insulina é o elo mais importante no processo de construção muscular. O cromo aumenta a síntese de proteínas no corpo, além de promover a absorção intracelular dos aminoácidos livres presentes no sangue e sua assimilação pelas células.

Ele também retarda a taxa de degradação de proteína pelo corpo dentro das células. Por isso é muito importante aliar o Cromo à suplementação de BCAA.

Vitamina B6: Uma vez que a vitamina B6 é fundamental no metabolismo de aminoácidos, os atletas cujas dietas têm uma alta taxa de aminoácidos precisarão de uma quantidade maior dela no corpo. O transporte de aminoácidos para o interior das células depende muito do fornecimento adequado de vitamina B6.

Vitamina B12: A vitamina B12 é outro nutriente solúvel em água e bastante importante que deve estar sempre presente no metabolismo da proteína e na síntese dos aminoácidos.

Biotina: A Biotina possui um papel de destaque na síntese de proteína e na formação de glicogênio.

Para entender melhor o papel das vitaminas B-6, B-12 e Biotina e sua relação com os BCAA, o Artigo sobre Vitaminas pode auxiliar.

Saiba a quantidade ideal e quando você deve ingerir BCAA:

Pesquisas indicam que com 4-8 gramas de BCAA antes dos exercícios intensos e 4-8 gramas depois, você poderá otimizar seus resultados de crescimento muscular.

Uma quantidade menor também é eficaz, mas se você precisar de um desempenho melhor e uma recuperação mais rápida, uma dosagem maior será necessária para uma maior eficiência.

Ingerir os BCAA's imediatamente antes ou durante um treino intenso com pesos ou um treino aeróbico melhora seus resultados e seu desempenho.

Tomar os BCAA's junto da alimentação pós-treino ou de um drink de recuperação irá ajudar na reposição mais rápida de BCAA nos músculos, acelerando a recuperação muscular e prevenindo o overtraining.

Qualquer pessoa que deseja ganho muscular ou uma fonte de energia natural, sem qualquer efeito colateral, deve considerar seriamente incorporar a suplementação de BCAA's em sua dieta.

Fonte:
Corço Perfeito

0 comentários: