Mitos e Verdades sobre os Vegetarianos

MITOS E VERDADES

1) Todo vegetariano é anêmico. Mito!

A deficiência de ferro no organismo não é exclusividade dos vegetarianos e aparece também em pessoas que têm dieta pobre em ferro, o tipo da doença mais comum, mas também com baixos índices de zinco e vitaminas B12 (cujas proteínas de origem animal, incluindo leite e derivados são as principais fontes) e proteínas.

2) Vegetarianos podem praticar esportes regularmente. Verdade!

Claro! Uma alimentação que fornece todos os nutrientes essenciais, como é a vegetariana, não traz nenhuma limitação à prática de atividades físicas, muito pelo contrário. Alguns atletas famosos e medalhistas olímpicos, como Carl Lewis e o pugilista brasileiro Éder Jofre, são vegetarianos.

3) A dieta restrita a proteínas vegetais pode trazer riscos à saúde.
Mito!

Quando bem planejada, a dieta vegetariana é viável em qualquer fase da vida. Já dietas onívoras estão mais sujeitas às doenças do excesso alimentar. As dietas veganas apenas exigem um cuidado maior com relação ao cálcio e vitamina B12. A partir do terceiro ano de veganismo, é necessária uma suplementação de vitamina B12, pois não existe a ingestão da vitamina.

4) Crianças precisam de carne para se desenvolver normalmente? Mito!

Não há nenhum componente presente na carne que não seja encontrado nos outros alimentos utilizados pelos vegetarianos, portanto, não. Os estudos que encontraram crescimento inadequado foram realizados com crianças submetidas a dietas extremamente restritas, como nas macrobióticas. A dieta vegetariana (inclusive sem ovos, queijo e leite), bem planejada, promove crescimento e desenvolvimento normais.

5) O vegetariano tem menos chances de sofrer doenças cardiovasculares?
Verdade!

Não há mais dúvidas com relação a isso. Os resultados dos estudos são unânimes nessa constatação. Devido a isso, a American Heart Association recomenda a dieta vegetariana.

0 comentários:

O ovo ajuda a emagrecer

Descobertas mostram que o ovo ajuda a emagrecer, além de ser gostoso e barato, ajuda a perder barriga, melhorar a pele e diminuir a ansiedade. Doze ovos custam, em média, R$ 3,50. Então, você gastará apenas R$ 0,29 por dia ao fazer a dieta!

O ovo não é mais um inimigo da saúde! Estudo da Universidade de Louisiana (EUA) comprovou: o alimento, quando ingerido no café da manhã, ajuda – e muito! – na perda de peso. Com a orientação da nutricionista Edina Sakamoto, mostramos todos os benefícios dessa delícia e ainda apresentamos um cardápio que fará você secar 2 kg sem sofrer!

O ovo emagrece, sim!
O estudo foi feito pelo Departamento de Obesidade da Universidade de Louisiana (EUA) com 152 pacientes, homens e mulheres. Uma parte consumiu ovo no café da manhã; a outra, pão. Em dois meses, o grupo que comeu ovo perdeu 65% a mais de peso e teve 34% a mais de redução de cintura em comparação com o outro.

Isso porque o alimento contém aminoácidos essenciais, provocando uma digestão mais lenta – o que nos sacia e segura a fome por mais tempo, fazendo nosso corpo queimar as gordurinhas, principalmente as da barriga.

Combate a flacidez
Toda mulher quer ter um corpo durinho, certo? Pois o ovo contém propriedades que ajudam a emagrecer e, ao mesmo tempo, evitam um grande inimigo da beleza: a flacidez! O alimento – principalmente a clara – possui um aminoácido chamado leucina que também é encontrada em outros alimentos funcionais como a semente de chia e semente de linhaça. Essa substância é muito usada por esportistas justamente por reduzir a perda de massa magra. Ou seja: faz com que a pessoa perca apenas gordura!

Além disso, o ovo é riquíssimo em proteínas, que colaboram para o ganho de massa muscular – ação turbinada por atividade física regular.

Tem poucas calorias
Você sabia que o ovo é um alimento pouco calórico? É isso mesmo! Você pode comê-lo sem culpa, já que os tipos cozido e pochê têm apenas 89 calorias cada (menos que uma manga!). Já o mexido contém 134, pois leva uma colher (chá) de óleo vegetal. Só evite o frito, que tem cerca de 178 calorias.

Deixa a pele mais bonita
A gema também pode ter um efeito incrível na sua pele! Isso porque tem vários nutrientes antioxidantes, como as vitaminas A, B, D, E, K, além dos minerais zinco, ferro e selênio. Essas substâncias combatem o envelhecimento (atrasando, assim, o aparecimento de rugas) e ainda melhoram a memória.

Dá sensação de saciedade
Por ser fonte de proteína, o ovo leva tempo para ser digerido – e isso faz com que nossa fome demore a aparecer. E mais: a gema tem gorduras do bem, como a monoinsaturada e o ômega 3, que controlam os picos de açúcar no sangue.

Dá bom humor
O aminoácido triptofano contido no ovo é essencial para a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela felicidade. Além disso, uma pesquisa publicada no Journal of Nutrition constatou que a delícia tem o poder de aliviar os níveis de ansiedade.

E o colesterol?
Está comprovado: comer ovo não tem influência na taxa de colesterol. “Ele apresenta grande quantidade de ácidos graxos mono e poli-insaturados que auxiliam no controle do colesterol, além do aminoácido colina, que atua na redução dos níveis dele”, explica a nutricionista Edina Sakamoto.


Fonte: 
Portal Viva Mais

0 comentários:

Duração do exercício não é principal fator na redução do peso

De acordo com um estudo dinamarquês, realizado na Universidade de Copenhague, tanto 30 minutos quanto uma hora de exercícios diários são eficazes na perda de peso.

Os pesquisadores monitoraram 60 homens obesos, porém com uma rotina ativa, durante 13 semanas. Em média, os participantes que fizeram 30 minutos diários de atividade física perderam cerca de 3,6 quilos ao longo de três meses, enquanto aqueles que fizeram o dobro, ou seja, uma hora de exercícios, perderam apenas 2,7 kg no mesmo período.

A questão não deve ser centrada apenas na duração da prática de atividade física, mas também na intensidade com que esse exercício é realizado. Se o objetivo do indivíduo é a perda de peso, por exemplo, as variáveis intensidade e duração devem ser analisadas de maneira conjunta. Segundo a pesquisa, a duração do exercício não pode ser considerada como único fator na redução do peso. Em caso de indivíduos sedentários, a inclusão da prática de exercícios físicos regulares à rotina já é considerada como o principal facilitador na busca da perda de peso.

É necessária também uma avaliação conjunta do plano alimentar desse indivíduo, com o intuito de verificar o consumo calórico ao longo do dia, e ainda a avaliação dos exercícios de acordo com o gasto energético de cada atividade. Assim, é possível avaliar o balanço entre o gasto energético do exercício físico e a melhor reposição de alimentos. Nada adianta uma pessoa fazer exercício por um longo tempo ou com alta intensidade e depois abusar no consumo de alimentos calóricos e pouco saudáveis. Além disso, fazer 30 minutos de exercícios por dia é uma meta tão possível de ser alcançada que a pessoa possui vontade e energia para mais atividades físicas nos próximos dias.

É uma boa opção para as pessoas que querem iniciar uma rotina saudável. O estudo foi publicado no site da universidade.

Fonte:
Portal EF

0 comentários:

Estudo recomenda exercícios físicos para pacientes com depressão

Exercícios aeróbicos três a cinco vezes por semana são os mais indicados para o tratamento da doença.

Exercícios físicos são indicados pelos médicos como parte do tratamento para diversas doenças, como problemas cardíacos, colesterol e diabetes.

Alguns estudos já mostraram, porém, que essa prática pode ajudar também pacientes com depressão. Pesquisadores da Universidade do Texas, em Dallas, fizeram uma revisão dos dados sobre o assunto, com objetivo de fazer uma recomendação mais precisa do tipo de intensidade de exercícios recomendados.

"Apesar do grande número de evidências que apoiam o uso de exercícios no tratamento da depressão, estudos anteriores não forneceram indicações claras da dose adequada de exercícios necessária para promover o efeito antidepressivo", escrevem os autores Chad Rethorst e Madhukar Trivedi. O estudo foi publicado na edição de maio do periódico Journal of Psychiatric Practice.

Estudos anteriores mostraram que a prática de exercícios é efetiva na redução dos sintomas da depressão tanto utilizada sozinha quanto em conjunto com medicamentos e terapia. Agora, a revisão de literatura mostrou que os exercícios aeróbicos são os mais indicados para pacientes com depressão, apesar de os treinos de resistência também poderem ser utilizados. Rethorst e Trivedi recomendam que o paciente pratique de três a cinco vezes por semana, em sessões de 45 a 60 minutos.

A intensidade deve ser de 50 a 85% da frequência cardíaca máxima do indivíduo. Em treinos de resistência, a recomendação é de exercícios variados para os membros superiores e inferiores — três vezes de oito repetições a 80% do peso máximo que a pessoa aguenta.

Os dados sugerem que os pacientes devem sentir melhoras nos sintomas da depressão cerca de quatro semanas após o início dos exercícios, mas os autores recomendam que o programa seja mantido por pelo menos 10 a 12 semanas, a fim de obter maior efeito antidepressivo.

Participação e incentivo – Nos estudos analisados, apenas 15% dos pacientes abandonaram o programa de exercícios. Essa taxa é comparável à de pessoas que abandonam o uso de medicamentos ou a terapia.

Para melhorar a adesão à prática, os autores recomendam que os pacientes sejam consultados sobre seus tipos de exercícios preferidos, e que recebam atenção individualizada.

Mesmo que o paciente não atinja a frequência ou intensidade de exercícios recomendadas, a atividade física ainda pode ser benéfica. "Os médicos devem encorajar os pacientes a praticar algum tipo de exercício, mesmo que não seja o suficiente para atingir as recomendações", afirmam os autores.

Fonte:
Revista Veja São Paulo

0 comentários:

Dieta em grupo emagrece até 5 vezes mais do que a feita sozinho


O apoio dos profissionais e outros integrantes do grupo ajudam no processo de emagrecimento.

Pessoas que decidem fazer dieta por conta própria tendem a perder muito menos peso, de acordo com novo relatório da Faculdade de Medicia Baylor, em Houston, Texas, nos Estados Unidos. O estudo, divulgado pelo jornal Daily Mail, mostrou que aderir a um programa como Vigilantes do Peso faz com que a pessoa perca, em média, cinco vezes mais peso do que quem encara essa tarefa sozinho.

Ao comparar participantes do Vigilantes do Peso com pessoas que seguem uma abordagem de autoajuda, os pesquisadores perceberam que depois de três a seis meses as que seguiam o programa conseguiram atingir uma meta bem maior de emagrecimento do que as que estavam por conta própria.

Após três meses de dieta os integrantes do Vigilantes do Peso haviam perdido em média 3,9 kg contra 0,82 kg de quem fazia a dieta sozinho. Em seis meses a diferença entre os dois grupos foi ainda mais gritante com 4,38 kg em comparação a 0,59 kg.

"A diferença na perda de peso entre os dois grupos é convincente. Enquanto as pessoas do Vigilantes do Peso demonstraram significativa perda de peso em seis meses, as pessoas no outro grupo começaram a voltar a ganhar peso. Ao longo do tempo é improvável que a dieta por conta própria seja bem sucedida. Também chama a atenção o nível de perda de peso no grupo Vigilantes do Peso. Basta colocar mais pessoas no grupo Vigilantes do Peso experimentando a perda de peso para reduzir também o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2 e outras doenças cardiovasculares", afirmou o médico Craig Johnston, que comandou a pesquisa.

Durante o estudo 147 seguiram o programa Vigilantes do Peso enquanto 145 fizeram dieta sozinho. Ao grupo que estava disposto a emagrecer por conta própria foram distribuídos materiais impressos com orientações de dieta e de exercícios básicos para a perda de peso segura.

O estudo concluiu que, para o grupo Vigilantes do Peso, o fator mais importante para o sucesso da perda de peso estava no fato de frequentar as reuniões. "Esses resultados mostram que a abordagem do programa funciona. Acreditamos que nossas reuniões fornecem são poderoso elemento de suporte de grupo, onde as pessoas são motivadas, apoiadas e aprendem a mudar seus estilos de vida – e temos todas as ferramentas para ajudá-los com acesso online e por telefone do nosso programa", defendeu Zoe Hellman, chefe de saúde pública da Vigilantes do Peso.

Um estudo global, publicado recentemente na revista The Lancet, indica que adultos obesos e com sobre peso que seguiram o programa Vigilantes do Peso perderam duas vezes mais peso do que aqueles que apenas receberam orientações médicas. Outra pesquisa independente, publicada no British Medical Journal, concluiu também que programas de perda de peso em grupo são mais eficazes e baratos do que dietas elaboradas por profissionais de saúde.

Fonte:
Portal Terra

0 comentários:

Mais dinheiro e menos atividade física

Um estudo com ênfase em atividade física concluiu que “o mundo parou de se movimentar”. Segundo a pesquisa, que também apresenta um plano de ação, apenas algumas gerações mantém a atividade física como parte integrante da vida diária.

Em nome do progresso, segundo o estudo, nós a removemos tão completamente que a inatividade física parece realmente normal, e as pesquisas ainda concluíram que quanto mais rápido as economias crescem mais rápido as populações desaceleram.

No Brasil de 2002 tivemos uma diminuição de 6% de pessoas que deixaram de fazer qualquer atividade física e na projeção feita em 2007 - fiquem atentos estamos falando que essa conclusão foi em 2007 - menos 34% deixaram de fazer atividade física devido à ascensão econômica da população.
Com isso, concluímos que quanto mais dinheiro ganhamos, menos atividade física praticamos.

O que mais chamou a minha atenção nesse estudo foi concluir que a prioridade imediata seria de quebrar os ciclos de inatividade física onde eles já estão enraizados, sugerindo trabalharmos essa mudança, aumentando o percentual ou até atingindo todos os fisicamente ativos. E o destaque na nossa análise é concentrar nas crianças, antes dos 10 anos de idade, assim mudaremos a próxima geração. A proposta conclui que conforme essas crianças caminham para a adolescência, começam a traçar um plano para sua vida adulta...crianças que gostam de ser ativas tem maior probabilidade de serem adultos ativos.

Não vou entrar em detalhes dos gastos com hospitais e saúde dos governos devido a inatividade física, todos sabemos disso.

Convidamos você leitor a acessar o site seguir para conhecer esse plano de ação com toda sua estrutura e instituições envolvidas:
www.designedtomove.org/

Enfatizei 2007 porque hoje com certeza os números são outros no Brasil, principalmente com o fim da Educação Física na escola, (resolução 07/2010 do CNE) o percentual de 34% projetado para 2012, deve ser atingido e ainda em 2015.....porque o hábito de fazer exercício e atividade física começa na escola.

Autor:
Prof. Ernani Contursi

0 comentários:

Veja as Curiosidades sobre a Musculação

1) Uma pessoa sedentária perde cerca de 10 % de massa muscular entre os 25 e os 50 anos de idade, e cerca de 30% entre os 50 e os 80 anos. A força, a resistência e a flexibilidade diminuem proporcionalmente à massa muscular.

2) Os músculos são responsáveis por aproximadamente 46 % do peso total dos homens e 36 % do peso total das mulheres, sendo que o corpo humano possui mais de 650 músculos o que torna o tecido corporal mais numeroso.

3) A água contribui com aproximadamente 75 % do peso muscular, 20 % são compostos por proteínas e os restantes 5 % por sais inorgânicos e outras substâncias.

4) Aos 65 anos, indivíduos sedentários podem apresentar uma queda de até 80 % de sua força muscular máxima, da mesma forma indivíduos sedentários aos 80 anos terão perdido 50 % de sua massa muscular.

5) Do total de energia utilizada para a contração muscular, cerca de 35 a 50 % são efetivamente utilizados, e os restantes 65 a 50 % são dissipados em sua maior parte na forma de calor.

6) A maneira mais prática de saber qual é o limite do corpo é observar a freqüência cardíaca. Para encontrar a freqüência máxima, subtraia sua idade de 220. A faixa ideal para o treino aeróbio equivale a 65% a 75% da freqüência máxima por minuto. Assim se você multiplicar o resultado obtido por 65 % e 75 % estará determinando qual será sua zona de treinamento aeróbio.

7) As pessoas sedentárias tem probabilidade 60 % maior de sofrer de hipertensão do que as que se exercitam com regularidade. Meia hora de caminhada, quatro vezes por semana é suficiente para diminuir o risco de problemas circulatórios. Exercícios de musculação aumentam a resistência óssea e diminuem as dores nas articulações, mesmo na terceira idade.

8) A faixa recomendada de gordura corporal é de 13 - 18 % para homens e 18 - 25 % para mulheres. Mas fisiculturistas mantêm níveis mais baixos que esses. Em mulheres, níveis de gordura abaixo de 15 ou 20 % podem levar a desequilíbrios hormonais, implicando em disfunção menstrual, amenorréia, infertilidade, risco de osteoporose etc...

Fonte:
HorusAcademia

0 comentários:

Projeto Memórias olímpicas por atletas olímpicos brasileiros



Clique aqui para participar!

O Brasil esteve representado em 16 das 25 edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, conquistando a primeira medalha olímpica em Antuérpia (1920). Até os Jogos de Londres (2012) o Brasil totalizou 109 medalhas, sendo 23 de ouro, 31 de prata e 55 de bronze, das quais apenas 14 foram ganhas em modalidades coletivas. Essa é uma indicação do quanto o esporte nacional sobrevive à custa de esforços individuais, uma vez que o processo de formação de equipes esportivas é complexo e envolve mais do que a soma de valores individuais, necessitando de tempo e a construção de vínculo entre os atletas e comissão técnica para que resultados positivos sejam alcançados.

Essa pesquisa tem como objetivo recuperar a memória dos 1.872 atletas olímpicos que representaram o Brasil em todas as edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna e por meio dessas histórias individuais discutir e analisar a formação da identidade do atleta, evidenciar a importância desse ator social no cenário esportivo brasileiro, bem como as influências que eles exercem sobre a sociedade tornando-se um dos grandes desafios para o desenvolvimento de novas gerações de atletas.

Essas histórias de vida, relacionadas por vias diretas ou indiretas, permitem compreender o imaginário esportivo do presente dentro de um contexto maior que é o esporte nacional e sua relação com a sociedade e seu movimento.


Clique aqui para participar!

Fonte:
Salve Sport

0 comentários:

Galeria de Fotos: Dani Sperle

Ex-namorada de Alexandre Frota, e “amiga colorida” de Adriano Imperador, Dani Sperle é um show.














Fonte:
Portal Área H

0 comentários:

Creatina: Vá com calma

A Creatina: Perguntas e Respostas


A creatina divide opiniões até mesmo entre os especialistas. Conheça os contras e os benefícios desse suplemento que promete aumentar os músculos e torná-los mais resistentes.

Se você ousar fazer uma enquete entre o público de academias sobre um composto chamado creatina, arranjará polêmica na certa. Muita gente defende que a substância, ingerida na forma de suplemento, dá mais pilha para os músculos e aumenta o muque. Os entusiastas lembram que seu uso não é considerado dopping e que craques como Zidane, da seleção francesa de futebol, já recorreram a essa espécie de, digamos, combustível. Seus detratores, porém, garantem que ela pode causar danos ao organismo.

Quem tem razão?

Os especialistas ainda não têm uma resposta na ponta da língua, mas já sabem um bocado a respeito. É inegável que a suplementação de creatina torna a musculatura mais resistente.

"Há evidências experimentais de que ela possibilita um melhor desempenho em atividades de força e também em esportes que necessitam de explosão muscular", confirma Sérgio Andrade Perez, professor do Laboratório de Fisiologia do Exercício da Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista.

Por isso ela é tão popular, especialmente entre corredores, ciclistas e nadadores. Alguns médicos, no entanto, vêem os resultados com cautela. "Faltam estudos e os que existem não têm muito peso científico", opina Renata Castro, diretora científica da Sociedade de Medicina do Esporte do Rio de Janeiro (Somerj). Um dos temores é de que o tal composto comprometa o funcionamento dos rins.

Para tirar essa história a limpo, cientistas da Escola de Educação Física e Esporte da USP avaliaram praticantes de esportes que ingeriam 10 gramas de creatina em pó por dia. "Nenhum deles apresentou comprometimento da função renal", tranqüiliza o pesquisador Bruno Gualano.

E veja bem: isso apesar de os voluntários terem ultrapassado de longe o limite recomendável de 3 gramas do suplemento — dosagem que, segundo boa parte dos especialistas, não oferece nenhum perigo, desde que ingerida por um período máximo de três meses.

O que explicaria, então, os rins sãos e salvos do grupo estudado pelos cientistas da USP? Eles próprios arriscam duas hipóteses: o curto tempo de ingestão e a qualidade da creatina utilizada na pesquisa. Exceção feita às farmácias de manipulação, a venda desse tipo de suplemento está proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, desde 1998. A justificativa é de que a substância não é um suplemento alimentar. Por isso — recomenda o órgão —, como um remédio, só o médico deve receitá-la.

Muita gente costuma driblar a proibição recorrendo a produtos importados ou ao mercado informal — o que, lógico, é arriscado. Nunca se garante se a creatina encontrada por aí não vem misturada com outras substâncias, sabe-se lá quais. E o leigo, claro, não consegue separar o joio do trigo quando os componentes da fórmula aparecem no rótulo. A nutricionista Nailza Maestá enfatiza a importância de procurar a orientação de um bom profissional e jamais ingerir o suplemento por conta própria.

"Não se pode fazer a prescrição com base apenas nas informações da embalagem", adverte Nailza. "O consumo indiscriminado não apenas prejudica a saúde como pode piorar o rendimento físico", avisa ainda Daniela Telo. Sem contar que os efeitos são temporários. Quer dizer, temporários em termos de ganho muscular. Já as conseqüências para os rins, essas podem até ser irreversíveis, fique bem entendido.

Fonte:
Revista Saúde

A Creatina: Perguntas e Respostas


0 comentários:

Consumo de carboidrato à noite pode ajudar na dieta

Comer carboidrato à noite sempre foi apontado como um hábito a ser mudado na hora de emagrecer.

Os pães e massas foram visto como vilões por tanto tempo que a proibição do consumo desse tipo de alimento após as 18h se tornou base de algumas dietas famosas. Isso porque durante o sono nosso metabolismo desacelera, exigindo menos energia. No entanto, uma pesquisa realizada na Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel, decidiu investigar essa máxima da dieta. A conclusão é que isso é um mito e que o consumo desse nutriente à noite pode até diminuir a fome durante o dia, ajudando na perda de peso.

Leia também:
Veja as boas razões para não excluir o pão da sua dieta

Segundo Tereza Cibella, nutricionista da Equilibrium e consultora de nutrição da Adria, acreditava-se que as calorias dos carboidratos não seriam consumidas pelo corpo durante a noite, sendo acumuladas na forma de gordura, porém, essa energia é usada para o funcionamento cerebral e dos órgãos. “O que o estudo aponta é que o ganho de peso não está relacionado ao carboidrato consumido à noite e sim à qualidade da alimentação no restante do dia, ao sedentarismo e ao exagero na quantidade de alimentos consumidos”, defendeu.

Para o estudo os pesquisadores acompanharam 78 voluntários, que seguiram uma dieta de 1.500 calorias diárias. A dieta era composta de 20% de proteína, 30% a 35% de gorduras e de 45% a 50% de carboidratos. Os participantes foram divididos em dois grupos, o primeiro deveria consumir a cota de carboidrato apenas durante o dia, enquanto o segundo comia esse tipo de alimento no período da noite. Após seis meses, todos os participantes perderam 10 kg.

A principal diferença encontrada entre os dois grupos foi a taxa de leptina, hormônio que ajuda a controlar o apetite. Os participantes que consumiram carboidrato à noite apresentaram quantidades maiores dessa substância, sentindo menos fome durante o dia.

Além da leptina, houve alteração em outros dois hormônios: a grelina e a adipectina. “A primeira promove o apetite, sua concentração costuma ser alta durante o jejum ou períodos que antecedem as refeições, caindo logo após nos alimentarmos. Já a adipectina possui propriedades antiaterogênicas, que evita o depósito de gordura nas artérias, e anti-inflamatórias. Além disso, ela ajuda na ação da insulina, reduzindo o risco de diabetes”, explicou Tereza.

A ideia principal do consumo de carboidrato à noite como caminho para o emagrecimento é que se a pessoa perder peso sem grandes proibições e sentindo menos vontade de comer irá ter mais chances de seguir na dieta. Porém, para manter-se saudável e de bem com a balança a nutricionista recomenda distribuir o carboidrato entre todas as refeições. “A ingestão de carboidrato deve ser de 50% a 60% do valor calórico total diário de uma alimentação não restritiva”, afirma. A especialista afirma ainda que, neste caso, não haveria diferença no resultado caso o consumo fosse de produtos integrais.

Apesar da “liberação” do carboidrato, é importante lembrar que o equilíbrio alimentar é o caminho para a perda de peso. E nada de alimentos pesados à noite para não prejudicar o sono. “O ideal é combinar a massa com legumes e verduras, carnes magras e fibras, como aveia linhaça e sementes. Lembrando também que a quantidade a ser consumida deve ser um prato raso ou até dois pegadores de massa”, explica Tereza. A prática de atividades físicas também ajuda a manter a forma e estimulam a liberação de hormônios que oferecem a sensação de bem estar e prazer.

Fonte:
Portal Terra

0 comentários: