REPETIÇÕES

A Repetição é uma das diversas variáveis do treinamento, que compõem uma determinada SÉRIE de exercício. A repetição se dá pelo movimento completo do exercício (ação concêntrica e excêntrica do movimento).

O nº de Repetições também é um fator determinante para se mensurar a INTENSIDADE e o VOLUME de treino.

Mas as pessoas se esquecem que não basta executar todas as repetições programadas durante o treinamento. E necessário também REPETIR as mesmas ações fora do TREINAMENTO, como por exemplo, a DIETA e o SONO.

E a repetição se faz necessária para deixar nosso corpo condicionado e treinado. REPETIR as mesmas DICAS nutricionais não é uma tarefa simples, e as pessoas cometem pequenos erros que, no final das contas, vão determinar o RESULTADO FINAL.

SERÁ que agora você vai realmente aprender esta lição e estará MAIS DISPOSTO PARA REPETIR????

Ou será que você VAI CONTINUAR REPETINDO OS MESMOS ERROS DE SEMPRE?

Escrito por:
Prof. Helcio Gangana

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Excesso de treino pode causar problemas cardíacos





O Overtraining é objeto de estudos médicos há muitos anos.

No Brasil, é chamado de Síndrome do Excesso de Treinamento (SET).

É o estado em que o organismo se encontra ao sofrer uma redução crônica no desempenho e na capacidade de treinar, geralmente observado após desequilíbrio entre a intensidade e o volume de treino e o período de recuperação. 

Acredita-se que o excesso de treinamento é o provável causador das disfunções cardíacas, ou seja, a “fadiga” extrema do coração.

Isso ocorre por conta de alterações do sódio e do potássio, persistente aumento da adrenalina circulante (catecolaminas) e a perigosa diminuição da imunidade desse atleta, facilitando ser infectado por uma virose ou outras doenças.

Ao contrário do que se pensa quem exagera na malhação, sem orientação, se torna vulnerável a várias infecções. Segundo Dr. Nabil Ghorayeb, especialista em cardiologia, os efeitos desses excessos para o aparelho cardiovascular são terríveis para a performance e para a saúde.

O tratamento começa pelo total afastamento dos treinos. A grande dificuldade ainda está em definir com exatidão, qual o limite fisiológico seguro de um esporte para o coração sadio de um atleta. Porém, uma planilha bem elaborada pelo profissional de Educação Física faz a diferença entre um seguro e efetivo treinamento.

Pesquisas sobre os efeitos no aparelho cardiovascular, do intenso treinamento físico sem orientação profissional, nos mostram os sinais e sintomas mais visíveis:

- irritabilidade incomum,
- auto cobrança de melhor performance mesmo quando já conquistada,
- insônia,
- fadiga não usual em exercícios habituais;
- pulsação persistentemente elevada na faixa de 100/min, mesmo no descanso (sono/repouso);
- deficiente retorno da pulsação aos níveis do repouso, até depois de uma hora;
- discreto inchaço nos tornozelos;
- presença de perigosas arritmias cardíacas.

Texto Adaptado

Fonte:
Globo.com
Portal de Educação Física

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Supino: o recrutamento muscular varia de acordo com a inclinação do banco

Posição do banco determina nível de instabilidade da articulação do ombro e requer maior ação do músculo do deltoide em relação ao do peitoral.


Popular nas academias, o exercício supino se destina ao recrutamento primário dos músculos peitoral maior e tríceps braquial e conquista adeptos diariamente. A forma como é praticado pode acelerar o desenvolvimento muscular, pois segundo o professor Paulo Marchetti, especialista em treinamento desportivo e fisiologia do exercício e orientador dos cursos de mestrado e doutorado da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), os músculos recrutados são sempre os mesmos, mas a ênfase muda, sendo que no supino inclinado, por exemplo, sempre se vai trabalhar os músculos peitoral e deltoide anterior e “desta forma, a ativação muscular total ou de regiões do músculo são definidas pelas características mecânicas dos exercícios, sendo um dos elementos-chave para o desenvolvimento de força e a hipertrofia muscular.”

Assim como num cabo de guerra, no qual ora uma pessoa puxa mais do que a outra, durante a execução do supino, quem “puxa mais” é o músculo com ênfase a ser trabalhado: “o pessoal varia o exercício por causa dessa ênfase e das variações mecânicas que afetam qual músculo participa mais ou menos da atividade”, conta o professor da Unimep.












Tem que ter pegada


A forma de pegada da barra de supino também é determinante para a ativação de um músculo. Marchetti conta que quando se coloca as mãos próximas uma da outra, por exemplo, a ação do tríceps, que é trabalhado no supino, é maior, porque o ângulo articular do cotovelo também aumenta. Kléber Neves, profissional de educação física da Reebok Academia, da capital paulista, complementa que “uma pegada mais aberta aumenta a alavanca para o peitoral, aumentando, assim seu nível de solicitação e diminuindo a ação do tríceps. Já uma pegada média faz com que este trabalho seja dividido de forma equilibrada para ambos os músculos”.

A empunhadura adequada é aquela que envolve a barra na direção contrária dos demais dedos, evitando com que a barra role na mão. O punho, segundo o profissional da Reebok Academia, deve estar firme e nunca em extensão e o peso deve ser sustentado pelos músculos do antebraço. A posição dos membros inferiores pode não ter interferência no resultado do supino inclinado, mas quando bem posicionados promovem, segundo Neves, uma melhor acomodação da coluna, o que traz segurança e estabilidade para a prática da atividade e o aumento do desempenho.

Guiado ou não guiado?

A prática do exercício supino pode ser feita em máquina (guiado) ou livre (não-guiado). Marchetti explica que as duas formas são complementares e não concorrentes: “a ação da musculatura é sempre igual, mas no exercício livre, precisa estabilizar a articulação, então se usa também a musculatura estabilizadora. Para a hipertrofia, o exercício tanto faz, porque a carga é que importa”.

Muitos praticantes dizem preferir o exercício não-guiado e acham que ele é melhor, mas na verdade, a percepção do esforço acaba sendo aumentada com essa prática: “se faço um exercício movendo um músculo e tenho outro em isometria, que não quero treinar, minha sensação de que aquele exercício me desgastou mais é maior, mas não significa, efetivamente, que o músculo que eu queria treinar foi mais usado”, diz Marchetti.

Quem pode mais

Marchetti conta que mesmo pessoas com problemas articulares podem praticar o supino inclinado, desde que o profissional de educação física que o estiver assistindo tome o cuidado de analisar a lesão daquela pessoa para definir se o exercício é bom para ela e como deve ser praticado. O professor da Unimep ainda atenta para quatro questões essenciais para a boa prática do exercício:

- Fortalecimento do manguito rotador: é preciso se conscientizar da necessidade de fortalecimento deste músculo sempre que houver movimentos de rotação de ombro, de preferência com sobrecarga. “A probabilidade de ter lesão, seja aguda ou crônica, cai muito e é essencial para outros exercícios que trabalham o ombro também”, explica.
- Alinhamento da barra: Marchetti conta que a barra deve estar alinhada com os ombros e não com os mamilos durante a execução do exercício. “Mecanicamente, o ponto ideal para fazer o supino é com o cotovelo alinhado com o ombro, porque aí não tem rotação na articulação do ombro e não tira a ação e sobrecarga do músculo peitoral.”

- Velocidade de execução: deve ser sempre controlada. “Não posso fazer muito rápido, porque senão é pouco peso. Tem que controlar o movimento em todas as fases.”

- Excesso de sobrecarga: o instrutor deve estar presente no exercício para dar segurança, mas não pode auxiliar na prática da atividade. “Tem que ser feito sozinho. Não adianta colocar 100kg na barra e o treinador puxar 40kg na rosca direta.”

Para ter uma exigência muscular do peitoral e do tríceps braquial, Neves sugere trabalhar com o banco inclinado a 30° e mãos a uma distância que promova um ângulo de 90° na articulação do cotovelo quando a barra estiver próxima ao peitoral. Assim, a atividade fica segura e equilibrada também. A pegada adequada do punho e da mão em relação à barra, com carga adequada ao indivíduo e execução bem-feita é capaz de prevenir lesões sérias e ainda fazer com que músculos, tendões, articulações e ossos sejam fortalecidos.

Fonte:
Portal EF

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Obesidade é fator de risco para o câncer”, alerta médico



No dia em que se comemora o combate à doença, especialista dá dicas de prevenção.

Nesta segunda-feira (8) é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer), a estimativa é que o Brasil reúna cerca de 520.000 novos casos da doença até o final desse ano. Diante do quadro, o cirurgião-oncologista Ademar Lopes, diretor de cirurgia pélvica e vice-presidente do Hospital A.C.Camargo, reforça a importância da prevenção.


— Em 90% dos casos, o câncer aparece em decorrência dos péssimos hábitos de vida, como obesidade, sedentarismo, tabagismo, exposição aos raios solares sem proteção e má alimentação. Por isso, a importância de adotar uma rotina saudável para prevenir a doença.

Além dos maus hábitos, o médico cita o aumento da expectativa de vida como outro fator para o crescimento do número de casos da doença.

— A população tem vivido mais tempo e isso faz com que as pessoas fiquem mais expostas aos agentes de risco.

Dados do Inca revelam que o câncer da pele do tipo não melanoma é o mais incidente na população brasileira, seguido pelos tumores de próstata, mama, cólon e reto, pulmão, estômago e colo do útero.

— O câncer é uma doença comum, mas com diagnóstico precoce e tratamento adequado é possível curar 90% dos casos, sem mutilação e com menor custo.

O mais importante para prevenir a doença, garante o médico, é fazer check-up anualmente e, no caso de histórico familiar de câncer, “é imprescindível iniciar os exames com dez anos de antecedência”.


— Por exemplo, se a mãe diagnosticou o câncer de mama aos 45 anos, a filha deve começar a mamografia com 35 anos.

A previsão da OMS (Organização Mundial da Saúde) é que, no ano 2030, sejam contabilizados 27 milhões de casos incidentes de câncer, 17 milhões de mortes e 75 milhões de pessoas vivas, anualmente, com a doença. Ainda de acordo com o órgão, o maior efeito desse aumento vai incidir em países de baixa e média renda.

Fonte: Portal R7

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