Chocolate melhora sintomas da TPM



O chocolate, apesar de delicioso, é considerado um vilão para a saúde – o alimento é calórico e muitos pensam que ele piora os sintomas da TPM e pode causar espinhas.

Porém, o endocrinologista Alfredo Cury, proprietário do Spa Posse do Corpo, afirma que o chocolate pode trazer benefícios para a saúde e nega os mitos mais conhecidos.

Chocolate e TPM

O médico diz que a guloseima ajuda a melhorar os sintomas da TPM acionando áreas do cérebro associadas ao prazer: “O doce ajuda a melhorar sintomas como cansaço, falta de ânimo e tristeza. Ao consumir chocolate, há a liberação de serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar. Por conter feniletilamina, que é precursora da serotonina, o chocolate aciona áreas do cérebro relacionadas ao prazer”, afirma.

Chocolate mais indicado

O chocolate pode ser consumido para amenizar sintomas de TPM, mas nunca em exagero. O chocolate amargo é o mais indicado para o consumo: “O chocolate amargo, com 70% de cacau para cima, é rico em flavonóides, antioxidantes aliados da saúde cardiovascular. Eles reduzem a oxidação de LDL, evitando o depósito do colesterol ‘ruim’ na parede das artérias”, afirma o especialista. Ele também revela o que todo mundo gostaria de saber: “Para a felicidade das mulheres, nenhum estudo comprovou o aumento de espinhas devido ao consumo do chocolate”.

Sintomas da TPM

Além dos benefícios do chocolate, outras atitudes podem ser tomadas para aliviar os sintomas da TPM. “Os sintomas pré-menstruais podem ser amenizados pela atividade física, que libera endorfinas, substâncias produzidas pelo próprio corpo que geram sensação de prazer, e dieta com pouco sal para evitar a retenção de líquidos”, conta Luis Gerk, doutor em Ginecologia pela Unifesp. O que pode piorar os sintomas é o consumo de bebidas alcoólicas: “Assim como alimentos que contém metilxantinas, como chá preto, café e refrigerantes tipo cola, as bebidas alcoólicas podem piorar os sintomas”.

Os chocolates mais calóricos

Veja que tipos de chocolates engordam mais e controle as calorias: a tabela é baseada numa quantidade de 100 gramas:

Chocolate crocante: 553 cal
Chocolate branco: 550 cal
Chocolate ao leite: 540 cal
Chocolate amargo: 537 cal

Fonte:
http://papofeminino.uol.com.br/

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Restringir o consumo de açúcar leva a perda de quase 1 kg




Reduzir o consumo de açúcar tem um impacto pequeno, mas importante, no peso corporal de adultos, segundo uma revisão de estudos publicada no British Medical Journal.


A redução de peso observada pela análise foi de aproximadamente 0,8 kg. No entanto, os pesquisadores dizem que o resultado é significativo e corrobora a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de limitar o consumo de açúcar em no máximo 10% do total diário de calorias.

Em uma dieta de 2.000 calorias, por exemplo, o recomendável é não ultrapassar quatro colheres de sopa rasas de açúcar.

Vale ressaltar que o estudo, assim como prevê a recomendação da OMS, não leva em conta apenas o açúcar que as pessoas colocam no café, ou nas receitas de doces. Inclui, também, o açúcar, o mel e os xaropes doces adicionados em boa parte dos alimentos industrializados.

A equipe, formada por pesquisadores da Universidade de Otago e do Instituto Riddet, na Nova Zelândia, analisou os resultados de 71 estudos. A redução do consumo de açúcar resultou em uma diminuição de 0,8 kg (os estudos envolviam experiências de no máximo oito meses). Já o aumento da ingestão gerou um acréscimo de 0,75 kg.


Os autores acreditam que a diferença pequena tem a ver com o fato de que as pessoas tendem a substituir o açúcar por outros tipos de carboidratos, o que gera pouco impacto na balança.

Os pesquisadores também alertam que poucos estudos tiveram mais de dez semanas de duração, por isso os resultados não devem ser encarados como definitivos.

Mas eles afirmam que aumentar o consumo de açúcar no dia a dia gera um rápido ganho de peso, por isso as recomendações para reduzir a ingestão são fundamentais para reduzir o risco de sobrepeso e obesidade.

Crianças


Os resultados foram pouco consistentes em crianças - segundo os autores, por que elas são mais propensas a "furar" as recomendações. Uma coisa, no entanto, ficou clara: o risco de obesidade foi bem maior entre aquelas que consumiam maior quantidade de bebidas adoçadas, como sucos e refrigerantes.

Em um editorial que acompanha os resultados da análise, especialistas americanos dizem que as evidências confirmam a relação entre o consumo de açúcar e de carboidratos refinados e o acúmulo de peso.

Eles também ressaltam que a redução da quantidade de açúcar nas bebidas industrializadas deve ser uma prioridade e sugerem políticas públicas como a taxação de produtos, restrições nas propagandas para crianças e limites nos tamanhos oferecidos.

Fonte:
http://noticias.uol.com.br/saude

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