Conheça os sucos poderosos e seus benefícios

Você pode apostar em diversos sucos e misturas para garantir mais proteção e saúde

Confira abaixo algumas dicas:




  • Suco de Maracujá: É um ótimo calmante natural
  • Suco de mamão: Indicado para o bom funcionamento dos intestinos.
  • Suco de Pêra e Banana, associados com Alface: Indicado para quem sofre de insônia
  • Suco de Morango com Melancia: Melhora a circulação, e serve como diurético natural.
  • Suco de Abacaxi: Muito recomendável devido à grande quantidade de enzimas.
  • Suco de Abacaxi, Figo e Gengibre: Diminui o Colesterol e favorecem o trabalho da vesícula biliar.
  • Suco de Abacaxi, Maça, Cenoura e Gengibre: Aliado no combate contra as Celulites.
  • Suco de Uva: É também um poderoso antioxidante. Ajuda a diminuir o colesterol, auxiliando o sistema circulatório.
  • Suco de Laranja com Couve: Ajuda a combater a Anemia, devido à presença de Ferro e Vitamina C (que ajude o organismo a absorver o Ferro).
  • Suco de Laranja: Tem grande quantidade de Vitamina C e constitui uma magnífica ajuda para combater gripes e outros tipos de doenças de uma maneira natural e eficaz. Uma solução popular e muito conhecida.
  • Suco de Maça: Extremamente benéfico para a saúde, devido sua grande quantidade de antioxidante. Existe um ditado popular da Inglaterra que diz: "Coma uma maça por dia e você nunca precisará visitar o médico".
  • Suco de Maça com Aipo, Beterraba e Cenoura: Tem como objetivo de aumentar seu poder desintoxicante, e controlando o PH do sangue.
Fonte: Terra.com.br

Leia também: 12 Receitas de suco para o seu objetivo

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Miss Ecologia: Joanna Mattos

Modelo: Joanna Mattos
Votem: www.itev.org.br/site


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Homens trocariam um ano de vida por peso e formas ideais

Pesquisa identificou que eles se sentem insatisfeitos com relação ao próprio corpo e que conversam sobre o assunto com amigos

Quatro entre cinco homens participantes de uma pesquisa online na Grã-Bretanha se dizem insatisfeitos com seu corpo, em especial com a "barriga de cerveja" e a falta de músculos. Muitos deles trocam percepções sobre seu corpo com outras pessoas - comportamento tradicionalmente atribuído a mulheres.

O Centro de Pesquisas sobre Aparência, da Universidade West of England, entrevistou 384 homens com uma média de 40 anos e descobriu que 35% deles trocariam um ano de sua vida para obter uma forma física e peso ideais.

As conversas masculinas são ainda mais focadas no tema do que as femininas: 80,7% homens participantes do estudo disseram que falam sobre a aparência uns dos outros de modo a chamar a atenção para itens como peso, falta de cabelo ou forma física.

No caso das mulheres, essa porcentagem foi de 75%. "Essas conversas sobre o corpo reforçam ideais de beleza não realísticos de magreza e musculatura", opina Phillipa Diedrichs, autora do estudo. "Isso é tradicionalmente visto como um tema (que afeta) mulheres, mas a pesquisa mostra que também os homens estão se sentindo pressionados a se encaixar (em padrões)."

Para Rosi Prescott, executiva-chefe da organização Central YMCA (que participou do estudo), "historicamente, conversas sobre a forma física são percebidas como algo feito por mulheres. Mas esta pesquisa deixa claro que os homens também comentam sobre os corpos uns dos outros e, em muitos casos, isso está tendo um efeito danoso, (demonstrando) uma crescente obsessão com a aparência".

Proteína

Músculos são o principal tema de preocupação entre os homens pesquisados: 60% dizem que seus braços, peitorais e estômagos não são suficientemente musculosos. Talvez por isso, um em cada cinco entrevistados afirmou fazer dietas ricas em proteínas, e cerca de 30% relataram usar suplementos proteicos.

Também um terço admitiu já ter "se exercitado de maneira compulsiva" em busca de um objetivo (ainda que essas respostas possam ter sido influenciadas pelo fato de que 52% dos entrevistados eram frequentadores de academias de ginástica, porcentagem bem acima da média geral britãnica).

Para Karine Berthou, fundadora de uma ONG de combate a distúrbios alimentares (que também participou do estudo), "a imagem corporal negativa é uma questão séria em nossa sociedade, e um fator-chave no desenvolvimento desses distúrbios".

Fonte:
Vila Saúde

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Conheça a nova bermuda japonesa que 'queima calorias'

Uma empresa japonesa lançou uma bermuda que supostamente queima calorias quando é usada.

As "MXP Calorie Shaper Pants", desenvolvidas por cientistas da companhia Goldwin, fariam os músculos trabalharem mais quando a pessoa caminha ou sobe escadas graças a um material não-elástico feito de resina que é aplicado em partes da bermuda.

Os fabricantes afirmam que um homem de 65 quilos que caminha 90 minutos por dia usando a bermuda por baixo da roupa queima 210 calorias a mais por semana, o equivalente a meio litro de cerveja.
O público-alvo da empresa são homens e mulheres de negócios entre 35 e 45 anos. Além das propriedades "emagrecedoras", a bermuda também teria partículas desodorizantes que absorveriam odores desagradáveis.

O produto custa 2.940 iênes (R$ 60), mas só está à venda no Japão e segundo o porta-voz da empresa, Jun Kurita, ainda não há planos de exportação.

Moda de roupas 'emagrecedoras'

Roupas e calçados que prometem queimar calorias são cada vez mais populares no Japão.
Além das "Calorie Shaper Pants", o país também tem vários tipos de tênis que queimariam calorias, incluindo o Chung Shi, um favorito entre celebridades.

O tênis tem um solado diferenciado que, segundo os fabricantes, "torna caminhadas e corridas mais dinâmicas e ajuda na postura, tônus muscular e equilíbrio".
Já a empresa ShaToBu produz uma lingerie modeladora que levaria as consumidoras a queimar 12% a mais de calorias.

Fonte:
BBC Brasil

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A FORÇA VEM DE TODAS AS FORMAS E TAMANHOS

"NÃO gaste seu tempo tentando se parecer com outra pessoa.

 
CONSTRUA a sua própria força!

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Alongamento é importante no nosso DIA A DIA

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Brasil: O país dos sedentários

Como movimentar os 17 Milhões de sedentários no Brasil?

Antes de reiniciar este assunto é preciso tentar responder a esta pergunta.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde foi revelado que 14% dos adultos brasileiros (quase 18 milhões de pessoas) são completamente sedentários. Isto significa que esta população não pratica qualquer tipo de atividade física, seja no trabalho, no deslocamento, em trabalho doméstico ou em seu tempo de lazer.

Ainda segundo o mesmo Ministério, só é contabilizar como atividade no tempo livre a atividade feita em 150 minutos semanais (30 minutos em 5 dias), se os treinos forem com intensidade leve ou moderada, ou em pelo menos 75 minutos semanais (25 minutos em 3 dias), através de treinos com intensidade intensa (vigorosa).

A pesquisa não considerou a frequência semanal, o que fez com que os dados da atividade física devam ser relativados.

HOMENS X MULHERES

Na comparação entre os dois sexos, constatou-se que:

  • 39,6% dos homens afirmaram praticar atividade física nos momentos de lazer.
  • 22,4% dos mulheres afirmaram o mesmo. 
Foi constatado que 60,1% dos homens entre 18 e 24 anos praticam exercícios como forma de lazer. 

IDOSOS

Outro grupo que está sofrendo com o sedentarismo é a população idosa. Na presente pesquisa viu-se que, entre os homens com 65 anos ou mais, 27% praticam algum atividade física. Já entre as mulheres idosas (com 65 anos ou mais), apenas 18,9% praticam atividade física em seu tempo de lazer.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE

De acordo com seus dados apresentados em 2008, não se fala mais em sedentarismo, mas sim em "atividade física insuficiente". Segundo a OMS, a notícia é mais alarmante:

31% dos adultos entre 15 anos ou mais não são suficientemente ativos (homens 28% e mulheres 34%).

Aproximadamente, 3,2 milhões de mortes todos os anos poderiam ser evitadas com a pratica regular de atividade física e com o combate ao sedentarismo.

A falta de atividade física regular é o 4º maior fator de risco de mortalidade global, responsável por pelo menos 21% dos casos de tumores malignos na mama e no cólon, assim como 27% dos registros de diabetes e 30% das queixas de doenças cardiovasculares.

Acho que todos nós vamos pensar: "Como reverter esses resultados?"

Fonte:
Revista CONFEF

Matérias:

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Acordou com azia? O que fazer?

As frutas são um bom antídoto contra a acidez gástrica

A azia é um problema que atinge muitas pessoas com regularidade, porém a mesma tem como causador principal erros cometidos na alimentação, como:
  • ingerir alimentos em excesso, sobrecarregando o estômago,
  • não mastigar bem a comida, passar horas de estômago vazio ou
  • comer alimentos que irritem a mucosa intestinal, (como os muito ácidos, gordurosos ou apimentados e bebidas alcoólicas).


Os alimentos que provocam a acidez gástrica são:
  • Café,
  • Refrigerantes,
  • Bebidas alcoólicas,
  • Frutas cítricas ( abacaxi, laranja, maracujá),
  • Comidas condimentadas e Frituras.

Os alimentos que, segundo estudos de nutricionistas, combatem a azia (Acidez Gástrica) são as frutas. Elas podem ser um bom remédio para combate este incômodo.

Entre as frutas recomendadas para cortar a azia estão:
  • Maçã,
  • Pêra,
  • Melão,
  • Melancia e
  • Banana.

Uma dica importante: deve-se evite o excesso de leite, pois existe uma crença de que o leite corta a acidez. Na realidade ele só neutraliza por um determinado período. Após passar por um período de alívio, a acidez volta de maneira ainda mais forte.

Fonte: 
Boa Saúde

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Bloqueadores de Cortisol

Atenção: Este texto tem como objetivo meramente informativo.

O Cortisol é um hormônio naturalmente criado no corpo, mas ele deve ser controlado. Tem crescido a preocupação com esse hormônio porque seu controle está ligado à diminuição dos níveis de gordura corporal, assim como ao maior ganho de massa muscular.

O cortisol é muito ligado a quem pratica atividades físicas, especialmente de alta intensidade. Ele é tido como catabólico, uma vez que possui um efeito oposto ao da testosterona,da insulina e do hormônio do crescimento (hGH), pois decompõe (“quebra”) o tecido muscular e, assim, faz com que os músculos fiquem menores. O cortisol, que é liberado quando o corpo se encontra em situações de alto estresse físico e mental e alta temperatura, é o principal hormônio catabólico.

Quando está em níveis mais altos do que o desejado, o cortisol pode causar o acúmulo de gorduras em diferentes áreas do corpo, quebrar os músculos e diminuir o metabolismo. Portanto, controlar os níveis de cortisol deve ser uma prioridade tanto para quem quer perder gordura quanto para quem deseja ganhar massa muscular.

Embora a liberação de cortisol não possa ser suprimida por completo, ela pode e deve ser controlada. Hoje, existem suplementos que tem ação sobre a produção de cortisol que são muito poderosos e podem ajudar bastante os praticantes de atividades físicas a controlarem os níveis desse hormônio e atingir o máximo de definição mantendo a massa muscular.

Saiba mais sobre as substâncias abaixo e sua atuação sobre o cortisol?

Glutamina: A glutamina ajuda a reduzir o catabolismo gerado pelo cortisol. Se há glutamina na corrente sanguínea, o cortisol não precisa “quebrar” o tecido muscular para obtê-la. A glutamina é o aminoácido em maior quantidade no tecido muscular. [12] Ela é muito importante para a síntese de proteínas e, por isso, muito importante para atletas que fazem treinamentos com pesos. Pesquisas têm demonstrado que o nível de glutamina é um bom indicador para saber se o atleta está em overtraining ou não. [12] Atletas que estavam em overtraining geralmente apresentam baixos níveis de glutamina e altos níveis de cortisol.

Estudos demonstraram que a glutamina evita diretamente a degradação muscular provocada pelo cortisol. [13] Alguns dos efeitos positivos gerados incluem o aumento na síntese de proteínas, aumento nos níveis de GH (que pode contra-atacar os efeitos catabólicos do cortisol), efeitos de aumento de volume das células (que pode criar um ambiente anabólico nas células musculares) e determinar parcialmente a taxa de renovação de proteínas nos músculos.

Vitamina C: Estudos com a vitamina C têm demonstrado que ela possui efeitos benéficos em relação aos níveis de cortisol tanto após exercícios aeróbicos quanto após exercícios com pesos. Um estudo com um grupo de atletas de levantamento de peso mostrou que consumir vitamina C diariamente, durante duas semanas, fez os atletas terem níveis de cortisol mais baixos do que o grupo que não tomou vitamina C. [1] Outro estudo demonstrou que maratonistas que tomaram vitamina C diariamente, durante quatro semanas, tiveram níveis mais baixos de cortisol. [2]

Um estudo chamado “Efeitos da vitamina C no cortisol e na taxa testosterona/cortisol” mostrou que atletas amadores que tomaram vitamina C diariamente melhoraram a taxa testosterona/cortisol em 20%. Esse tipo de queda nos níveis de cortisol pode levar a um aumento na hipertrofia muscular e melhorar a recuperação após os treinamentos. Além disso, a vitamina C tem demonstrado diminuir as chances de pegar um resfriado em 30% [14] e ajudar na síntese de colágeno. É interessante que pessoas que fazem exercícios com pesos façam essa suplementação.

HGH e Testosterona: O cortisol provoca a redução da atividade do hGH e da testosterona no organismo. Por isso, para contra-atacar os efeitos negativos do cortisol nos níveis desses dois hormônios tão importantes para o ganho de músculos. Existem suplementos que, em conjunto com a prática de atividades físicas, atuam como precursores da produção natural de HGH e testosterona no organismo.

Fonte: Corpo Perfeito



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Qual a melhor proteína para Ganhar massa muscular?

Para quem deseja um bom ganho de massa muscular, conheçam as melhores fontes proteicas:



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10 erros que as pessoas cometem em nome da saúde

Comer três vezes por dia, não abusar da gordura e fazer exercícios. Isso parece ser o suficiente para uma vida saudável. Mas preocupar-se com a saúde pode ser uma tarefa bem mais difícil do que se imagina. Por isso, se você deu uma escapadinha da vida saudável, não se preocupe: você não está sozinho. Para ajudar, a SUPER reuniu 10 erros bem comuns cometidos por quem quer cuidar da saúde e acaba fazendo o contrário.

1. Deixar o sono em segundo plano

A ideia: Quem pratica exercícios regularmente e se alimenta bem pode se dar ao luxo de dormir algumas horinhas a menos.

Na prática: A maioria das pessoas precisa de pelo menos sete horas de sono para manter o corpo em funcionamento – e isso não é um exagero. A ciência já provou que dormir pouco pode desencadear uma série de problemas de saúde, como pressão alta, depressão, diabetes e diminuição da resposta do sistema imunológico a vacinas, além de afetar a memória, desacelerar o metabolismo, diminuir a criatividade e prejudicar o aprendizado. Uma vida saudável começa na cama, com uma boa noite de sono.

2. Apostar todas as fichas na academia

A ideia: Para manter uma boa saúde e um corpo saudável, basta pegar pesado nos exercícios. Certo?

Na prática: Errado. Estudos mostram que fazer exercícios regularmente ajuda o sistema imunológico, melhora o humor e dá mais energia. Mas não adianta exagerar nos pesos. Se o consumo de calorias ingeridas diariamente não diminuir, correr uma maratona na esteira não vai levar você a lugar algum. E outra. Malhar geralmente abre o apetite – e aquele pedaço de pizza vai ficar ainda mais apetitoso. Portanto, aliar exercícios ao planejamento nutricional é importante para garantir um bom resultado – seja ele perder peso, ou ganhar músculos.

Além disso, é importante ter limites: pegar pesado demais na malhação pode provocar fadiga, dificuldades para dormir, dores musculares e diminuição da imunidade. O ideal é procurar um profissional que ajude a avaliar o melhor programa de exercícios e de alimentação, mantendo um equilíbrio entre o que é consumido e o que é gasto nas atividades diárias.

3. Ignorar as informações nutricionais

A ideia: Parece tudo muito simples – alimentos naturais são melhores que os não-naturais; tudo que tem menos calorias é mais saudável; orgânico é sempre melhor que industrializado.

Na prática: Você viu essas afirmações em algum lugar, mas certamente não foi na tabela de informações nutricionais. Se você checar os outros dados que vêm nas embalagens, vai perceber que eles revelam bem mais do que o número de calorias por porção.

Um dos mais ignorados (e mais alarmantes) é o sódio, ligado ao aparecimento de doenças como hipertensão, problemas do coração e doenças renais que estão entre os principais problemas de saúde pública do Brasil segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde recomendam que o consumo diário de sódio não ultrapasse 2.000 miligramas. Achou muito? Um pãozinho francês tem, em média, 320 mg de sódio. Não por acaso, a Anvisa publicou um Guia de Boas Práticas, que orienta a diminuição gradativa da substância nesse e em outros 15 alimentos.

4. Pensar que alimentos orgânicos são sempre mais saudáveis

A ideia: Você vê a plaquinha com a palavra “orgânico” e já consegue visualizar aquele tomate em uma fazenda distante, sendo plantado e cultivado com imenso cuidado para preservar todos os nutrientes.

Na prática: Pesquisadores da Universidade de Stanford mostraram que não há muita diferença entre os alimentos orgânicos e os convencionais. Ou seja, nada de tomates saltitantes. Produtos orgânicos são, por definição, cultivados sem o uso de produtos químicos, como fertilizantes e pesticidas – os infames agrotóxicos, que podem fazer mal.

“Mas os alimentos orgânicos serão saudáveis se consumidos dentro de uma dieta balanceada, como acontece com os demais alimentos”, afirma Luana Caroline dos Santos, professora do curso de Nutrição da UFMG. Ela explica que valem as mesmas regras: se tubérculos e cereais convencionais devem ser consumidos com moderação, o mesmo se aplica às suas versões sem pesticidas. Ou seja, não adianta nada se entupir de batata-frita ~orgânica~.

5. Adiar os exames de rotina

A ideia: Quem se alimenta bem, faz exercícios e não fuma não precisa ir ao médico com frequência – afinal, já está fazendo tudo que deveria ser feito.

Na prática: Deixar para ir ao médico somente quando se está doente ou sentindo dores é uma péssima decisão, mesmo para quem mantém hábitos saudáveis. Fazer checkups anuais e buscar conselhos médicos para manter a saúde do corpo é a melhor opção e ajuda a prevenir e diagnosticar o desenvolvimento de doenças em sua fase inicial.

6. Montar sua própria dieta

A ideia: Emagrecer é fácil – é só cortar carboidratos, doces e carnes para ver a mágica acontecer.

Na prática: Não existem fórmulas pré-estabelecidas para o emagrecimento – e, caso existissem, com certeza não incluiriam a exclusão de grupos alimentares inteiros do cardápio. “O grupo de cereais, que inclui pães e arroz, é geralmente o primeiro a ser cortado em dietas – e isso é um erro. Estes alimentos são importantes fontes de energia e não devem deixar de ser consumidos”, explica a nutricionista Aline Cristine Souza Lopes.

A ideia é manter uma alimentação variada, “colorida” e bem balanceada que inclua leite e seus derivados – importantíssimas fontes de cálcio -, os nutrientes, as vitaminas e minerais – ricos em fibras e importantes para regular a digestão e fortalecer o sistema imunológico -, proteínas e, com moderação, as gorduras e açúcares.

7. Acreditar que salada é sempre a melhor opção

A ideia: Almoçar um prato de salada é sempre melhor do que optar por um hambúrguer.

Na prática: Nem sempre. Em restaurantes, a lógica é às vezes é colocada à prova – quem opta pelo lado verde do menu pode não estar fazendo a escolha mais saudável. Não se deixe enganar pela montanha de alface: uma salada acompanhada por frango frito, croûtons (aqueles pedacinhos de pão, fritos ou assados e não muito saudáveis), maionese ou outros temperos, pode ser muito mais prejudicial à saúde do que um sanduíche leve.

8. Substituir a água por outras bebidas

A ideia: Para manter o corpo hidratado, consumir refrigerantes, sucos e outras bebidas é tão eficiente quanto ingerir água.

Na prática: A água não possui conservante, corante, aromatizante e outros vários componentes que podem ser nocivos à saúde, principalmente se consumidos em excesso. Além de causar sensação de saciedade, ela dá ao corpo energia, protege o sistema imunológico e ajuda a previnir dores de cabeça e musculares. Está com sede? Beba água.

9. Consumir doses grandes de vitaminas e suplementos

A ideia: O corpo precisa de vitaminas – e elas são vendidas em potinhos. Uma receita fácil para se tornar saudável, não é?

Na prática: Mesmo se tratando de substâncias necessárias para o bom funcionamento de nosso organismo, o consumo de vitaminas e suplementos alimentares sem orientação médica está longe de ser a opção recomendada. Na verdade, é uma escolha desnecessária na maioria dos casos.

Vitaminas e minerais podem ser obtidos diariamente através do consumo de alimentos. Segundo a nutricionista Aline Cristine Souza Lopes, “a primeira alternativa deve ser sempre a alimentação balanceada – ela é á capaz de suprir plenamente as necessidades do organismo”. O uso de suplementos só é recomendado em casos extremos de deficiências nutricionais e um médico deve ser consultado para avaliação das necessidades específicas do paciente.

10. Esquecer que saúde é um processo

A ideia: Ser saudável significa perder peso – e este é um objetivo conquistado com muito suor e pouco churrasco.

Na prática: Saúde não é medida nos ponteiros da balança. “Muitas vezes as pessoas adotam dietas da moda para se adequarem, de forma imediata, a um padrão. Mas uma vida saudável não é ditada por uma fórmula. 

É um estilo de vida”, defende a nutricionista Luana dos Santos. Isso significa que não são os números – de calorias cortadas, de quilos a serem perdidos, ou de quilômetros corridos – que vão determinar a qualidade de vida.

O termo que se costuma usar para denominar a lista de alimentos e hábitos que melhor atendem às necessidades do organismo é “plano alimentar”. O nome já entrega: a ideia é que manter-se saudável depende de um planejamento duradouro e pensado em longo prazo. E, para que ele dure, é preciso que esteja alinhado a atitudes que possam se tornar hábitos – nada de receitas milagrosas.

Fonte:
Revista Super Interessante

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