Atletas de elite utilizam câmaras hiperbáricas para se recuperar

Escrito e publicado pelo professor e personal trainer Hélcio Gangana.

Muitos ainda nunca ouviram falar sobre a Câmara Hiperbárica, mas para alguns atletas de elite esses equipamentos são um dos segredos mais bem guardados, como é o caso do tenista sérvio Novak Djokovic.

O jornal The Wall Street Journal revelou em agosto de 2011 que o tenista número 1 do mundo faz uso da câmara para se recuperar a pelo menos 4 anos. "Ajuda realmente, não os músculos, mas principalmente para se recuperar após uma partida cansativa. É como uma nave especial com uma tecnologia muito avançada", afirmou o tenista.

Lutadores do UFC, como o Vitor Belfort, também utilizam o mesmo equipamento após as rotinas de treinamento.

A máquina simula condições de altitude, gera maior número de glóbulos vermelhos, regenera o ácido láctico e melhora a circulação sanguínea e o fundo físico.

A câmara custa US$ 75 mil (R$ 165 mil), foi fabricada por uma companhia californiana e, segundo o jornal, ainda não foi proibida por federação esportiva alguma, e só há 20 modelos desse tipo no mundo.

A máquina trabalha com uma válvula computadorizada e uma bomba a vácuo que simula uma grande altitude e serve para comprimir os músculos a intervalos rítmicos.

Acompanhe a sessão de treinos do lutador Vitor Belfort, e veja o mesmo utilizando a Câmara Hiperbárica ao final do vídeo:

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As 5 diferenças entre os Vencedores e os Perdedores

Indiscutivelmente vivemos em um mundo globalizado. Informações de todos os tipos estão mais acessíveis, estamos conectados a qualquer parte do mundo em minutos, bolsas de valores ascendem e derrubam empresas em poucas horas. E nessa atual conjuntura, tornou-se cada vez mais necessário lidar com problemas, superar obstáculos e resistir à pressão de situações adversas.

É nesse momento que ter uma atitude proativa e por em prática a resiliência, pode fazer a diferença para o sucesso de uma empresa, afirma Rosabeth Moss Kanter, professora de Gestão em Harvard e eleita pelo The Times de Londres uma das "50 mulheres mais poderosas do mundo". Ela ressaltou em cinco tópicos as principais diferenças que fazem equipes e empresas serem vencedoras ou perdedoras.

1 - Vencer é muito melhor do que perder

"Vencer produz um comportamento melhor, facilita as ações, passa confiança", destaca a professora. Para ela, os líderes devem instigar esse sentimento de vitória, enfatizando as conquistas já realizadas e mostrando que é possível conquistá-las novamente.

2- Vencer requer muito trabalho

"Vencer significa trabalho árduo, disciplina, métricas e profissionalismo", destaca a professora. Ela afirma que as empresas que permanecem no topo são obcecadas pela vitória.

3- Ter uma equipe forte em vez de um talento

Rosabeth explica que as equipes de destaque nem sempre possuem os melhores jogadores, o que elas têm são as melhores equipes. "Não é o talento individual, é o talento coletivo que faz a diferença em equipes vencedoras e empresas vencedoras". A professora de Harvard indica que nos times perdedores, cada um joga por si e não é estimulado à cultura do aprendizado e o trabalho coletivo.

4 - Os vencedores pensam pequeno e pensam grande

"Tudo bem, as metas têm que ser grandes, mas você precisa ter objetivos pequenos, fazer por etapas [...]. Às vezes uma pequenas ideia, uma pequena sugestão pode crescer e fazer um sucesso estrondoso", indica Rosabeth Kanter. Ela destaca o exemplo da IBM que fez um trabalho de resiliência, envolvendo seus funcionários, e passou a atuar em outras áreas da tecnologia por conta da ideia de muitos desses colaboradores. "Essas ideias que emergem podem se tornar importantes e acabar fazendo com que os vencedores continuem vencendo", ressalta.

5 - Saber encarar a derrota

"Os problemas vão acontecer de qualquer lado, as pisadas de bolas, as escorregadas. Até equipes vitoriosas tem defeitos, mas elas enfrentam esse problema com rapidez", afirma Rosabeth. E ela indica que isso acontece nas equipes bem sucedidas pois existe uma comunicação integrada, uma participação maior do grupo e é adotada a resiliência.

Fonte:
Idealcooper

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Feliz 2012

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