A Escada Musical

Com o objetivo de incentivar as pessoas a saírem do SEDENTARISMO, construiu-se a Escada Musical.

Confira no vídeo abaixo:

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Vegetarianos vivem mais do que pessoas que consomem carne

Um estudo realizado pela Loma Linda University, nos EUA, revelou que as dietas vegetarianas podem ser associadas à redução da taxa de mortalidade.

De acordo com a pesquisa, as dietas vegetarianas têm sido associadas com redução do risco de várias doenças crônicas, como hipertensão, síndrome metabólica, diabetes mellitus e doença isquêmica do coração (DIC).

Além disso, a pesquisa realizada com mais de 70 mil pessoas, sugere que a dieta vegetariana tem resultados mais favoráveis para os homens do que as mulheres. Os pesquisadores avaliaram a alimentação dos participantes através de um questionário que os separou em cinco grupos: não vegetarianos, semi-vegetarianos, pesco-vegetariana (inclui frutos do mar), ovo-lacto-vegetariano (inclui leite e ovos) e vegetariano (exclui todos os produtos de origem animal).

Durante seis anos de estudo houve 2.570 mortes entre os participantes, e a taxa de risco ajustada para a mortalidade por todas as causas nos vegetarianos, em comparação com os não vegetarianos, foi 12% mais baixa. A associação também parece ser melhor para os homens, com uma redução significativa na mortalidade por doença cardiovascular em vegetarianos em comparação com não vegetarianos. Nas mulheres, não houve reduções significativas destas categorias de mortalidade.

Fonte:
Portal Educação Física

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Casais que praticam exercícios juntos levam o treino mais a sério

Praticar esporte é essencial para manter a saúde e o corpo em dia, além de ser uma ótima opção para afastar os efeitos causados pelo estresse diário. Mas iniciar uma atividade física nem sempre é algo muito fácil, e é comum encontrar pessoas que desistiram de treinos por falta de estímulo, tempo ou até mesmo por falta de companhia para encarar os exercícios.

Para aumentar a vontade de praticar esportes, casais têm adaptado suas rotinas para se exercitarem juntos, uma maneira de passar mais tempo em contato (inclusive num Dia dos Namorados que cai em plena terça-feira!) e uma ótima opção de estímulo ao treinamento.

A apresentadora e educadora física Solange Frazão, 49, é apaixonada por atividades físicas e isso não é novidade, mas a bela afirma que pela primeira vez tem o prazer de se exercitar ao lado de um namorado, o preparador físico Luiz André Balcers, 38: “Eu acho maravilhoso treinar com o Luiz. Além de ser meu namorado é meu personal, e durante o treino não falamos apenas sobre a importância de determinado exercício, temos a oportunidade de dar boas risadas, falar sobre coisas nossas e viver momentos muito gostosos juntos”.

Solange garante que atividades físicas são excelentes para deixar o casal mais unido, pois permitem um momento de cuidado com o próprio corpo e com o outro. “Durante o treino o casal aprende a se motivar, a se entender e, além disso, o treino possibilita mais entrosamento, é bom para a saúde e para a performance do casal”.

Para a neuropsicóloga e psicoterapeuta Fabiana Jacopucci, professora da Universidade Anhanguera, a prática de exercícios entre o casal pode criar um vínculo de fortalecimento através da cooperação e cumplicidade. “Casais que criam o hábito de praticar esportes juntos tendem a ter mais paciência, pois desenvolvem o ‘espírito de equipe’ e isso é maravilhoso, pois com o tempo pode-se perceber mudanças significativas não apenas no treino, mas em outras áreas como a vida sexual e o convívio familiar e social em geral”.

A prática esportiva é uma ótima ferramenta para fortalecer a autoestima individual e da dupla, mas é necessário tomar cuidado para que o treino e a busca por resultados não se torne uma cobrança. “Elevar a autoestima é bom pois o casal se torna mais confiante com o próprio corpo e com a relação, porém tudo isso tem que ser trabalhado e encarado de forma prazerosa, não pode se tornar uma cobrança ou uma forma de controlar o parceiro, isso é prejudicial. O casal deve apoiar a busca de resultados e não cobrar”, salienta Fabiana.

Parcerias na vida e nos treinos

Para a assessora de imprensa Sandra Campello, 41, e a musicista Crica Campos, 22, de São Paulo, a atividade física entrou em cena há três semanas, após dois anos de união, com o ideal de cuidar da saúde e do corpo. “Com o casamento, acabamos engordando muito, e sei dos riscos que uma vida sedentária acarreta na minha idade. Malhar juntas é bom pois uma incentiva a outra”, comentou Sandra.

Crica admite sua culpa no excesso de peso do casal: “Sou estudante de gastronomia e adoro cozinhar, daí já viu, né?”, brincou. “Mas percebi que estamos com muito mais disposição para nossas tarefas do dia a dia, para sair com amigos, e a possibilidade de voltarmos ao corpinho do início do namoro é também um grande incentivo para nós duas”.

As atividades físicas também envolvem o relacionamento da jornalista Alice Lima, 29, e do músico Danilo Fraga, 27, há cinco anos. O casal paulista já saltou de paraquedas, viveu aventuras radicais num quadriciclo, praticou rappel, arvorismo e espeleoturismo (exploração em cavernas) e está se preparando para saltar de asa-delta, além de praticar surfe e corrida.

De acordo com Danilo, a confiança e cumplicidade no relacionamento com Alice é em grande parte fruto da atenção e dos cuidados que compartilham também no esporte. “Já passamos muitas situações difíceis juntos, e se não fosse essa relação de parceria, teria sido muito difícil superar. Uma vez caímos sem querer numa correnteza e as ondas estavam bem grandes. Fiquei remando ao lado dela, até cheguei a empurrá-la em algumas tentativas, mas estávamos bem longe da costa, portanto as ondas não levavam…Quando ela conseguiu sair, fiquei esperando até ver que ela estava bem, só depois saí da água. Foi assustador”, lembra.

Sobre o episódio, Alice lembra que no dia ficou pensando que aquilo foi uma atitude de muito companheirismo. “O Danilo é o meu príncipe encantado e naquele momento foi também o meu herói! A gente se diverte muito junto e, ao praticar esportes, aprendemos sempre um pouco mais sobre o outro. Cuidar do corpo e da saúde é uma forma de cuidarmos do nosso relacionamento a longo prazo”.

Ajustar a rotina do casal para praticar esportes traz benefícios não apenas ao corpo, mas também aumenta a qualidade do tempo que os dois passam juntos, pois é normal que um incentive o outro a cuidar também da alimentação. “Quando o casal malha junto provavelmente sentirá a necessidade de adaptar o cardápio e aí está a chave para conquistar rapidamente os resultados desejados, além de oferecer uma melhoria significativa à saúde dos dois”, finaliza Solange Frazão.

Fonte: Portal UOL

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Menstruação: as mulheres podem treinar ou devem descansar?

Caso se sinta indisposta, deve deixar o treino para outro dia!

Uma vez por mês as mulheres recebem aquela visita chata: a menstruação, que muitas vezes vem acompanhada de dores nas pernas, costas e abdômen, cólicas e até vômitos. Com todos esses sintomas, ir para a academia ou correr alguns quilômetros parece uma difícil missão, mas manter alguma atividade física no período menstrual pode trazer benefícios.

De acordo com a Ft. Ms. Natália L. Reinecke, fisiologista do exercício pela UNIFESP, fazer exercícios enquanto se está “naqueles dias” causa a liberação de hormônios que podem ter efeito analgésico e aliviar as cólicas menstruais. “Além disto, as endorfinas produzidas durante a atividade física melhoram o humor e podem amenizar os sintomas da TPM”, explica.

Apesar de praticamente não haver restrições entre a menstruação e o treino, o público feminino deve diminuir a carga ou o ritmo dos exercícios caso seu fluxo seja muito intenso. Continuar com sequências longas ou percorrer grandes distâncias pode gerar desconforto.

Diminuir a ingestão de alimentos ricos em gordura e trocá-los por frutas em compota ou secas, picolé de frutas e sobremesas geladas à base de iogurte pode ser um alívio para a irritação e o estresse causado pela oscilação hormonal. Utilizar bolsas de água quente na região abdominal também pode ajudar a diminuir a dor.

Na TPM - Segundo a fisiologista, não é somente durante a menstruação que a mulher pode ter dores e sentir cólicas, mas antes dela também. “Uma opção para estes casos é realizar atividades mais leves como caminhada ou alongamentos”, conta.

Natália também aconselha que as mulheres respeitem os limites do corpo e não extrapolem no treinamento. “No caso de muita indisposição ou de desconfortos, melhor deixar o treino para o dia seguinte”, completa.

Fonte: 
Portal Webrun

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Treinador explica a importância de procurar orientação e passar por testes antes de iniciar na corrida

Atire a primeira pedra quem já não ouviu por aí que a corrida é o melhor esporte para queimar a gordura acumulada.

E são muitos os novos atletas que se aventuram no esporte a fim de abandonar o sedentarismo, principalmente após serem diagnosticados com doenças crônicas como hipertensão, diabetes, colesterol e outras.

Quem está acima do peso ou com problemas de saúde deve mais do que qualquer outra pessoa estar atenta ao início das atividades. Caso as atividades não sejam conduzidas corretamente, é provável que os treinos virem um transtorno.

O primeiro passo para o novo atleta, seja com problemas de peso ou não, é passar por uma avaliação corporal, reportando ao profissional todas as suas deficiências físicas e de saúde. Neste primeiro momento, já será possível observar possíveis riscos de lesão em algumas atividades.

Passada esta fase, é hora de responder a um questionário (anamnese), onde o treinador conhecerá o indivíduo, seu nível atlético, hábitos e demais informações. A partir daí, o profissional saberá como montar um treino específico para alcançar os resultados.

Na hora das tarefas, de nada adianta orientar o indivíduo com sobrepeso a calçar o tênis e sair correndo por aí. O ideal para quem está começando é intercalar os treinos com atividades de baixo impacto e intensidade como natação, hidroginástica, bicicleta ergométrica, caminhada ou trote na esteira e no asfalto.

No começo, as dores podem parecer mais incômodas, mas para um ex-sedentário esse é um obstáculo que precisará ser ultrapassado. Com o tempo, alimentação balanceada e empenho nos exercícios, elas não serão tão assustadoras.

A mudança da planilha de treinos vai depender e muito do novo atleta. A frequência nas atividades é que definirá quando poderão ser adicionados os treinos mais intensos como os intervalados, por exemplo.

Com a estratégia montada, exames realizados, dedicação e descanso, o período para encarar sua primeira prova de curta distância pode variar de dois a três meses. Claro, que cada corredor dará uma resposta diferente, mas geralmente este é o tempo necessário para que o corpo se adapte positivamente aos treinos.

Criar uma estratégia não será benéfico apenas para perder peso e participar de uma prova. Com um plano e acompanhamento profissional, o corredor ainda se sentirá mais seguro nas tarefas do dia a dia e estará prevenido contra possíveis lesões. Prova disso, é um estudo norte-americano, que indica que 60% das lesões em corredores podem ser atribuídas aos erros de treinamento.

Fonte: Revista O2

Por: Rodrigo Gianoni *

*Fisiologista da equipe de Voleibol do Santos FC/Andee/Fupes.

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NOVO GRÃO pode estar associado à Perda de Peso

De origem árabe, o Freekeh é considerado uma excelente fonte de proteínas

Ele ainda é desconhecido no Brasil. Mas em pouco tempo pode ganhar espaço no cardápio dos brasileiros, principalmente, se o objetivo for perder peso. Apesar do nome diferente, o freekeh tem tudo para competir com outros grãos já consagrados como o arroz e quinua.

“Ele possui alto teor de fibras e alguns estudos já comprovam que seu consumo pode estar associado à perda de peso por aumentar a saciedade”, explica Patricia Bertolucci, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição.

Em relação aos seus ‘concorrentes’, o freekeh não sai perdendo. Ele também é uma excelente fonte de proteínas e aminoácidos essenciais, como explica a nutricionista. “Em 100 g de freekeh temos 12,6 g de proteínas e 16,5 g de fibras. Para os vegetarianos pode servir como fonte de zinco e ferro”.

Cultivado há mais de mil anos pelos árabes, o alimento nada mais é do que um tipo de trigo verde torrado e pode ser incluído tranquilamente em qualquer refeição. “O atleta pode utilizá-lo em risotos, saladas e sopas, acompanhando diversos tipos de vegetais. Ele trará mais valor nutricional à refeição”, completa.

Comercializado em lojas de produtos naturais, empórios arábes e até em alguns supermercados, ele ainda não é tão comum nas prateleiras. No entanto, a procura vale a pena.

Onde você pode encontrar?

- Ribeirão Preto (SP): Snubar Emporium - Av. Lygia Latuf Salomão, 605, Bo 23, Jd. João Rossi

- São Paulo: Casa Santa Luzia - Alameda Lorena, 1471, Jardim Paulista; Tio Ali - Rua da Cantareira, 306 - Rua H - box 25 - Mercadão Municipal Paulistano

- São José do Rio Preto (SP): Al Baba - Rua Bernardino de Campos, 3435

- Santos (SP): Al Kabir - Rua Jorge Tibiriçá, 28, Gonzaga

- Brasília (DF): Markzuk Empório - Rua 106, Sul, bloco B loja 31

- Curitiba (PR): Al Baba - Rua Emiliano Perneta, 865, Centro
Rio de Janeiro (RJ): Empório Árabe - Ataufo de Paiva, 470, Leblon

Fonte: 
Revista O2

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Consumo de soja e risco de Diabetes tipo 2

A elevada prevalência de diabetes tipo 2 (DM2) em todo o mundo é um relevante problema de saúde pública, por representar uma das maiores causas de cegueira, insuficiência renal e amputação de membros inferiores, além de ser fator de risco significante para doenças cardiovasculares.

Existem evidências de que o DM2 possa ser prevenido por meio de intervenções no estilo de vida, portanto um dos aspectos críticos na atualidade é delinear as melhores estratégias dietéticas para alcançar este resultado. Estudos em animais sugerem que o consumo de soja e derivados seja capaz de melhorar a tolerância à glicose, exercendo papel protetor contra o desenvolvimento de DM2, e pesquisas em humanos vêm sendo conduzidas para investigar esta associação.

O papel da soja na prevenção do DM2 parece envolver seu alto teor de fibras e sua contribuição para reduzir o índice glicêmico de refeições mistas. Além disso, a proteína de soja pode contribuir para o controle da adiposidade por meio da inibição da secreção excessiva de insulina pelas células β pancreáticas ou pela inibição da lipogênese e aumento da lipólise no fígado e no tecido adiposo. De fato, a perda de peso parece ser a estratégia mais efetiva para a prevenção do DM2; como diversas pesquisas relacionam o consumo de proteínas na dieta, inclusive a proteína de soja, ao controle do peso corporal em humanos, este constitui um dos embasamentos para a hipótese de que o consumo de soja reduz o risco de DM2.

Resultados do Shanghai Women’s Health Study, uma coorte chinesa que acompanhou 64.227 mulheres entre 40 e 70 anos de idade durante 4,6 anos, mostraram associação inversa entre o consumo de grãos de soja e o risco de DM2, sendo que o risco de DM2 no maior quintil de consumo (32 g/dia), comparado ao menor quintil (3 g/dia) foi reduzido em 47%4. Também na China, dados do Singapore Chinese Health Study com 43.176 homens e mulheres entre 45 e 74 anos seguidos por 5,7 anos indicaram associação inversa entre o consumo de alimentos à base de soja sem adição de açúcar e risco de DM2.

Em coorte acompanhada no Japão, participaram 25.872 homens e 33.919 mulheres entre 45 e 75 anos. Após 10 anos de seguimento, entre as mulheres com sobrepeso o maior consumo de produtos à base de soja foi associado à redução significativa do risco de DM2 (-51%), comparando-se o menor (29 g/dia) com o maior quintil de consumo (116 g/dia). As razões para que o benefício ocorra exclusivamente em mulheres com sobrepeso permanecem a ser esclarecidas.

Tendo em vista o potencial efeito positivo da soja na redução do risco de DM2, estudos futuros deverão investigar esta questão em diferentes populações não asiáticas, assim como o mecanismo da interação entre os diversos componentes nutricionais presentes na soja, como proteínas, fibras, polifenóis, polissacarídeos e ácidos graxos poli-insaturados sobre esta associação favorável.

As evidências da literatura existentes até o momento justificam o consumo regular de alimentos como grãos de soja, proteína texturizada, tofu e bebidas à base de soja para indivíduos que desejam reduzir seu risco de doenças crônicas não transmissíveis de uma maneira geral. Isto devido a seus benefícios à saúde comprovados, incluindo o controle do peso e a redução das concentrações plasmáticas de LDL-colesterol, no contexto de uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.

REFERÊNCIAS:

1- American Diabetes Association. Standards of medical care in diabetes-2008. Diabetes Care 2008; 31(Suppl. 1): S12e54.

2- Salas-Salvadó J, Martinez-González MÁ, Bulló M, et al. The role of diet in the prevention of type 2 diabetes. Nutr Metab Cardiovasc Dis 2011; 21 Suppl 2: B32-48.

3- Mezei O, Banz WJ, Steger RW, et al. Soy isoflavones exert antidiabetic and hypolipidemic effects through the PPAR pathways in obese Zucker rats and murine RAW 264.7 cells. J Nutr 2003; 133: 1238–1243.

4- Villegas R, Gao YT, Yang G, et al. Legume and soy food intake and the incidence of type 2 diabetes in the Shanghai Women's Health Study. Am J Clin Nutr 2008; 87(1): 162-167.

5- Cope MB, Erdman JW Jr, Allison DB. The potential role of soyfoods in weight and adiposity reduction: an evidence-based review. Obes Rev 2008; 9(3): 219-235.

6- Mueller NT, Odegaard AO, Gross MD, et al. Soy intake and risk of type 2 diabetes mellitus in Chinese Singaporeans: Soy intake and risk of type 2 diabetes. Eur J Nutr 2011 [Epub ahead of print].

7- Nanri A, Mizoue T, Takahashi Y, et al. Soy product and isoflavone intakes are associated with a lower risk of type 2 diabetes in overweight Japanese women. J Nutr 2010; 140(3): 580-586.

8- Harland JI, Haffner TA. Systematic review, meta-analysis and regression of randomised controlled trials reporting an association between an intake of circa 25 g soya protein per day and blood cholesterol. Atherosclerosis 2008; 200(1): 13-27.

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